Ambiente de Trabalho - Fatores de confronto no local de trabalho.
Por muito diferente que seja o sector de atividade em que as empresas atuam, as pessoas que nelas trabalham e todas as outras particularidades inerentes a cada empresa, há uma série de factores comuns que são responsáveis pelo aparecimento de conflitos no seio das equipas de trabalho. Para ajudar a prevenir algumas destas situações e melhor as resolver, selecionamos as situações que, mais frequentemente, estão na origem de confrontos no local de trabalho.
- Acumulação de problemas. As desavenças fazem parte do dia-a-dia e muitas vezes resolvem-se por si próprias, mas quando as pessoas vão deixando acumular situações que as incomodam é provável que um dia venham a “explodir”.
- Dependência dos outros. Há pessoas que são muito dependentes dos colegas para conseguirem realizar o seu trabalho. O facto de estarem constantemente a colocar questões, a querer atenção e a procurar aceitação, pode causar irritação por parte “das suas vítimas”.
- Insucessos. Após um mau resultado ou algum projeto mal sucedido dentro da equipa, é quase inevitável que surja uma troca de acusações. As pessoas tentam apontar responsabilidades a terceiros com vista a isentarem-se das suas próprias culpas, o que raramente traz bons resultados.
- Interesses pessoais. – Quando as pessoas põem os seus objetivos pessoais à frente dos objetivos da empresa, é natural que possam surgir muitas diferenças na forma de encarar as situações.
- Falhas de comunicação. Os “mal-entendidos” e as dificuldades de comunicação são dos mais frequentes responsáveis para todo o tipo de conflitos. Da falta de comunicação para o “diz-que-disse”, passando pelo boato, todos são potenciais geradores de situações menos pacificas na esfera laboral.
- Papéis mal definidos. Quando numa empresa não está bem definido quem faz o quê e onde começam e acabam as responsabilidades de cada um, os conflitos acabam por surgir inevitavelmente.
- A luta pelo “poder”. Causa comum de confrontos no trabalho são as promoções de um colega da equipa ou o aparecimento de algum novo elemento que assuma uma posição destacada, e a “inveja” que rapidamente se alastra por todos os que se mantêm no mesmo lugar.
- Personalidades diferentes. A “eterna” questão de as pessoas serem todas diferentes entre si condiciona a sua forma de estar e as suas escolhas. Há pessoas que não se conseguem mesmo entender. Uma pessoa demasiado detalhista pode ter dificuldades em aceitar o ponto de vista de uma pessoa que prefere olhar para o “cenário geral”, por exemplo.
- Recursos restritos. Quando os recursos são limitados e as pessoas são “obrigadas” a lutar pelos mesmos, o potencial para serem gerados conflitos é elevado. Seja dinheiro de um orçamento, material de trabalho, salas de reuniões, automóveis, tempo do chefe, espaço de trabalho... até a mais pequena coisa pode servir de pretexto para que surjam disputas.
Conversas atravessadas, má interpretação de diálogos e diferenças de cultura e de valores podem gerar conflitos nas empresas e, com eles, desgaste da equipe e até demissões. Esses atritos, contudo, se bem administrados, podem ser um motor de mudanças positivas nas companhias.
As conclusões são de um estudo feito com 5.000 executivos belgas, brasileiros, dinamarqueses, franceses, alemães, irlandeses, holandeses, ingleses e norte-americanos. O objetivo foi quantificar o conflito no ambiente profissional.
O levantamento foi conduzido pela consultoria internacional OPP, que desenvolve testes psicométricos, em parceria com a brasileira Fellipelli. O estudo foi obtido com exclusividade pela Folha.
Classificado como qualquer divergência no ambiente organizacional que afete o fluxo de trabalho, o conflito foi notado por 85% dos entrevistados, que disseram lidar com ele em algum momento na empresa.
Motivação
Entre as principais causas do embate, segundo os entrevistados, que escolheram respostas múltiplas, estão as divergências de personalidade (49%), o estresse (34%) e a carga de trabalho pesada (33%).
Para o consultor Eduardo De Maria, sócio da Alive Eco Hut, que faz treinamentos corporativos, questões de personalidade aumentam a divergência.
"No conflito há uma visão antagônica a outra visão, e as pessoas não sabem lidar com isso porque vêem na discordância uma crítica, que pode se tornar uma ameaça ao status ou ao ego", explica.
"A falta de comunicação ou de liderança também pode causar conflitos", diz Adriana Fellipelli, sócia da Fellipelli.
Para a consultora, entender a natureza da divergência é uma das ferramentas para combatê-la. "O treinamento de gestão de conflitos é importante porque tem impacto direto nos negócios. Se bem administrado, o conflito é positivo e traz crescimento para os funcionários."
Segundo a pesquisa, os brasileiros gastam 1,9 hora semanal no manejo de conflitos no trabalho.
Resultados
Além de atrapalhar a produtividade, a falta de solução do atrito também pode levar os envolvidos a ter problemas de saúde. O estudo aponta que 27% dos funcionários que vivenciaram um embate chegaram a ataques pessoais e que 25% deles faltaram ao trabalho ou ficaram doentes.
Fontes: http://emprego.sapo.pt/guia-carreira/artigo/3/artigo.htm http://www.administradores.com.br/noticias/administracao-e-negocios/conflito-no-trabalho-e-motivado-por-diferencas-e-estresse/18093/
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Fases do desenvolvimento humano - Velhice
Trabalho apresentado na turma NDN 11 da ETS na disciplina de Psicologia, pelos alunos Ana Tiele, Liliane, Marco e Talita.
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Apresentação sobre Vida Adulta
Este power point é parte de um trabalho apresentado pelas alunas: Alessandra, Ana Paula Amaral,Inajara e Cristina na turma NDN11 em nossa disciplina.
Vídeo sobre Comportamento na Adolescência
Este vídeo é parte de um trabalho apresentado na turma NDM11 pelo grupo das alunas: Elisete, Ana Maria, Elaine, Alba e Tânia em nossa disciplina.
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Vídeo sobre Infância - Jean Piaget
Apresentado como parte de um bom trabalho realizado na nossa disciplina pelos alunos: Débora, Lucilene, Greice, Rita e Lazaro Costa. Turma: NDM 11
sábado, 21 de setembro de 2013
Video sobre Puberdade - mudanças físicas e de comportamento
Este vídeo é parte de um trabalho muito bem feito pelas alunas:
Thaís Rossi, Christiane Jacques, Kenia Brod, Luciane Bittencourt, Silvia
da Turma NDM11 da ETSHCPA na nossa disciplina.
sábado, 7 de setembro de 2013
Integrar é fundamental. Sentir-se integrado é imprescindível!
Por Maiara Tortorette
Quando um profissional inicia suas atividades em uma nova empresa, é muito importante que ele seja bem recebido e apresentado ao novo ambiente de trabalho. A sensação de estranhamento, tão comum nessa situação, bem como o período de adaptação diante da política, lugar e valores do novo vínculo profissional, podem ser minimizados por meio de um bom Programa de Integração.
Evidentemente, um programa bem elaborado vai além das boas vindas ao novo funcionário. Seu objetivo principal é fazer com que ele se sinta parte da empresa, conheça áreas, gestores e pessoas que estarão diretamente ligadas a ele, enquanto gradativamente se familiariza com questões de ordem política, cultural e administrativa da organização.
Para Vinicius Gouveia, analista da Fundação Vanzolini, a integração pode ser compreendida como um programa de relacionamento entre a empresa e o novo funcionário, e deve contar com ferramentas que viabilizem o processo. “Muitas organizações possuem um programa próprio e bem estruturado para esta fase, mas isso varia de acordo com a cultura organizacional e políticas de Recursos Humanos de cada uma”, explica. “É necessário realizar um programa estruturado de comunicação interna, com canais, instrumentos e ações importantes para dar maior visibilidade aos objetivos organizacionais”.
O gestor também é peça fundamental quando se trata do bom andamento desta etapa, pois é ele quem deve dar todo o suporte necessário e preparar a equipe para receber o novo colega de trabalho. De acordo com Vinícius, o líder precisa ser acolhedor, integrador e motivador, para que o funcionário se sinta confortável e confiante com a organização e equipe com a qual irá atuar.
Fonte: http://www.catho.com.br/carreira-sucesso/noticias/integrar-e-fundamental-sentir-se-integrado-e-imprescindivel
Quando um profissional inicia suas atividades em uma nova empresa, é muito importante que ele seja bem recebido e apresentado ao novo ambiente de trabalho. A sensação de estranhamento, tão comum nessa situação, bem como o período de adaptação diante da política, lugar e valores do novo vínculo profissional, podem ser minimizados por meio de um bom Programa de Integração.
Evidentemente, um programa bem elaborado vai além das boas vindas ao novo funcionário. Seu objetivo principal é fazer com que ele se sinta parte da empresa, conheça áreas, gestores e pessoas que estarão diretamente ligadas a ele, enquanto gradativamente se familiariza com questões de ordem política, cultural e administrativa da organização.
Para Vinicius Gouveia, analista da Fundação Vanzolini, a integração pode ser compreendida como um programa de relacionamento entre a empresa e o novo funcionário, e deve contar com ferramentas que viabilizem o processo. “Muitas organizações possuem um programa próprio e bem estruturado para esta fase, mas isso varia de acordo com a cultura organizacional e políticas de Recursos Humanos de cada uma”, explica. “É necessário realizar um programa estruturado de comunicação interna, com canais, instrumentos e ações importantes para dar maior visibilidade aos objetivos organizacionais”.
O gestor também é peça fundamental quando se trata do bom andamento desta etapa, pois é ele quem deve dar todo o suporte necessário e preparar a equipe para receber o novo colega de trabalho. De acordo com Vinícius, o líder precisa ser acolhedor, integrador e motivador, para que o funcionário se sinta confortável e confiante com a organização e equipe com a qual irá atuar.
Fernando Montero da Costa, Diretor de Operações da Human Brasil, destaca alguns problemas que devem ser evitados para não prejudicar o ingresso dos novos colaboradores, erros comuns a grande parte das empresas nos programas de integração:
Realizar um trabalho de integração incompleto: Muitas empresas procuram realizar seus programas de forma correta, no entanto, ao surgir uma demanda do exterior ou uma apresentação, por exemplo, suspende-se o processo. Sendo assim, o profissional que teria uma programação de dois, três dias, é interrompido no primeiro, ficando sem a informação que precisava para ter o mínimo de condições no início do trabalho e sem conhecer as pessoas necessárias para se integrar ao departamento.
Não deixar claro qual o papel do profissional dentro da organização: Existem situações em que o profissional recém contratado não sabe exatamente qual sua função, e isso ocorre principalmente com quem está começando a carreira, como estagiários e trainees. Mas não deixar claro e definido o que o colaborador deve fazer e desenvolver na organização gera frustração para quem está começando, e obviamente pouco resultado pra quem espera retorno deste profissional.
Não comunicar adequadamente o ingresso do novo funcionário: Existem canais formais e informais de comunicação. Então, no caso da empresa não ter um processo estruturado, o mais adequado é promover um almoço ou até mesmo fazer algum tipo de reunião informal, mesmo que as pessoas sejam extremamente ocupadas, para que ele seja apresentado e saiba quem é cada pessoa – evitando situações desconfortáveis.
Não comunicar de forma clara o código de valores da empresa: Quando um profissional inicia, precisa conhecer os hábitos e condutas esperados pela organização. Por isso, a comunicação do código de valores é importante para ajudar o iniciante a evitar erros de comportamento desde o primeiro dia.
É fato que as empresas cometem algumas falhas devido à falta de tempo, uma vez que precisam de resultados, e cada vez mais cobram um retorno rápido dos novos profissionais. No entanto, é importante que saibam respeitar este período inicial, de adaptação, pois não há como pular essa fase, e simplesmente fazer exigências ao colaborador.
Para Vinícius, é necessário que a empresa tenha em mente que os seus funcionários são o seu maior patrimônio e que cada um possui o seu tempo e a sua adaptabilidade (curva de aprendizagem). “De nada adianta sobrecarregar o novo funcionário com informações, processos e políticas. É preciso investimento em tempo e principalmente no relacionamento”, finaliza.
Fonte: http://www.catho.com.br/carreira-sucesso/noticias/integrar-e-fundamental-sentir-se-integrado-e-imprescindivel
Assinar:
Postagens (Atom)

