quarta-feira, 27 de abril de 2016

Significado de Relacionamento Interpessoal

O que é Relacionamento Interpessoal:     

Relacionamento interpessoal é um conceito do âmbito da sociologia e psicologia que significa uma relação entre duas ou mais pessoas. Este tipo de relacionamento é marcado pelo contexto onde ele está inserido, podendo ser um contexto familiarescolar, de trabalho ou de comunidade.
O relacionamento interpessoal implica uma relação social, ou seja, um conjunto denormas comportamentais que orientam as interações entre membros de uma sociedade. O conceito de relação social, da área da sociologia, foi estudado e desenvolvido por Max Weber.
O conteúdo de um relacionamento interpessoal pode ser de vários níveis e envolver diferentes sentimentos como o amor, compaixão, amizade, etc. Um relacionamento deste tipo também pode ser marcado por características e situações como competência, transações comerciais, inimizade, etc. Um relacionamento pode ser determinado e alterado de acordo com um conflito interpessoal, que surge de uma divergência entre dois ou mais indivíduos.
Por outro lado, o conceito de relacionamento intrapessoal é distinto mas não menos importante. Este conceito remete para a aptidão de uma pessoa de se relacionar com os seus próprios sentimentos e emoções e é de elevada importância porque vai determinar como cada pessoa age quando é confrontada com situações do dia-a-dia. Para ter um relacionamento intrapessoal saudável, um indivíduo deve exercitar áreas como a autoafirmação, automotivação, autodomínio e autoconhecimento.

Relacionamento interpessoal no trabalho

No contexto das organizações, o relacionamento interpessoal é de extrema importância. Um relacionamento interpessoal positivo contribui para um bom ambiente dentro da empresa, o que pode resultar em um aumento da produtividade. No trabalho, esse relacionamento saudável entre duas ou mais pessoas é alcançado quando as pessoas conhecem a si mesmas, quando são capazes de se colocar no lugar dos outros (demonstram empatia), quando expressam as suas opiniões de forma clara e direta sem ofender o outro (assertividade), são cordiais e têm um sentido de ética.
A sociologia estadunidense abordou de forma intensiva as questões relacionadas com relações humanas e as suas aplicações no contexto das políticas organizacionais.Estas relações humanas podem ser categorizadas em relações industriais (relativas à indústria), laborais (no ambiente de trabalho) e relações públicas (relacionamento da empresa com intervenientes do exterior). Elton Mayo e Fritz Jules Roethlisberger foram dois dos nomes mais sonantes no estudo das teorias das relações humanas.

5 pilares do relacionamento interpessoal no trabalho


Entre os relacionamentos que temos na vida, os de trabalho
são diferenciados por dois motivos: um é que não escolhemos
nossos colegas, chefes, clientes ou parceiros; o outro é que,
independentemente do grau de afinidade que temos com as
pessoas do ambiente corporativo, precisamos funcionar bem
com elas para realizar algo juntos.
Esses ingredientes da convivência no trabalho nos obrigam a
lidar com diferenças de opinião, de visão, de formação, de cultura,
de comportamento... Fazer isso pode não ser fácil, mas é possível
se basearmos nossos relacionamentos interpessoais em cinco pilares: autoconhecimento, empatia, assertividade, cordialidade e ética.
Autoconhecimento – Fundamental para administrar bem os
relacionamentos, autoconhecimento implica reconhecer nossos
traços de comportamento, o impacto que causamos nos outros e
que comportamentos dos outros nos incomodam. Por exemplo:
uma pessoa objetiva e dinâmica, que gosta de agir com
independência e rapidez para atingir seus objetivos, pode ter conflitos
na interação com um colega de perfil mais cauteloso e metódico, que
segue regras à risca e tem um ritmo mais lento por se preocupar
com detalhes. Porém, se pelo menos um dos dois tiver autoconhecimento,
pode utilizar estratégias que minimizam o conflito com o outro.
Empatia – Trata-se de considerar os outros, suas opiniões, sentimentos
e motivações. Sem isso, não há como chegar a uma negociação ganha-
ganha, fruto de um relacionamento equilibrado. A empatia também nos
torna capazes de enxergar além do próprio umbigo e ampliar nossa
percepção da realidade com os pontos de vista dos outros. Entre as
várias coisas que se pode fazer para praticá-la, a mais básica é saber
ouvir.
Assertividade – Para ter relacionamentos saudáveis, não basta ouvir:
é preciso também falar, expressar nossas opiniões, vontades, dificuldades.
É aí que entra a assertividade, a habilidade para nos expressar de forma
franca, direta, clara, serena e respeitosa.
Cordialidade – Tratar as pessoas com cordialidade é ser gentil,
solícito e simpático, é demonstrar consideração pelo o outro de várias
formas. Pode ser com o “bom dia” com que saudamos o destinatário de
nossa mensagem de e-mail, com o ato de segurar a porta do elevador
para alguém entrar ou apanhar do chão um objeto que o colega deixou
cair. Dizer “obrigado” olhando a pessoa nos olhos, oferecer-se para
prestar uma ajuda, cumprimentar aquele com quem cruzamos no corredor,
mesmo saber seu nome... A cordialidade desinteressada, que oferecemos
por iniciativa própria, sem esperar nada em troca, é um facilitador do bom relacionamento no ambiente de trabalho.
Ética – Ser ético é ter atitudes que não prejudiquem os outros, não
quebrem acordos e não contrariem o que se considera certo e justo.
Podemos ter muito autoconhecimento, ser altamente empáticos,
assertivos e cordiais, mas, se não nos conduzirmos pela ética, não
conseguiremos manter relacionamentos equilibrados.
Fortalecer esses pilares traz melhorias não só para nossas interações
no trabalho, mas também para as de outras áreas da vida como a
familiar, afetiva, social, de amizade. Vale a pena investir nisso – afinal,
os relacionamentos são a melhor escola para o nosso desenvolvimento
pessoal.
Fontes: http://www.significados.com.br/relacionamento-interpessoal/
            http://www.academiadopalestrante.com.br/artigos/5-pilares-do-relacionamento-interpessoal-no-trabalho

terça-feira, 5 de abril de 2016

10 passos para aprender com os conflitos no trabalho


“Lógico que a associação de conflitos com ideias de constrangimento e de possíveis embates não pode ser considerada um equívoco, mas há também momentos em que os conflitos fortalecem o ser humano, principalmente quando são considerados como aprendizados” afirma Patrícia Bispo, especialista em comunicação social.


Vejamos em que momentos, segundo Patrícia, os fatores conflitantes podem ajudar os profissionais em suas trajetórias:
1 – Zona de conforto: Essa é uma expressão bastante utilizada por quem trabalha com desenvolvimento de pessoas, pois é sabido que quem está nela encontra-se em “congelado”, temporariamente “fora do ar”. Não é capaz de dar um passo à frente para se desenvolver no ambiente corporativo. É nesse momento que quando surgem as divergências, as situações conflitantes, essas se tornam um convite para que a pessoa “desperte” desse estado latente e vá à busca do crescimento.
2 – Isso existe?: Quando a situação conflitante impulsiona a pessoa a sair da zona de conforto, consequentemente, ela é levada vivenciar fatores que irão enriquecer seu conhecimento frente a um mercado cada vez mais exigente. Quando isso ocorre, a mente se abre para a inovação e, muitas vezes, tecnologias que estavam ao alcance do indivíduo e que esperavam apenas que ele estendesse o “braço” para alcançá-las.
3 – Comunicação: Se a situação conflitante envolve discordância de opiniões entre pessoas, por exemplo, é provável que os personagem envolvidos tenham a oportunidade de se tornarem bons comunicadores. Ou seja, para resolvem o impasse as pessoas terão que parar para ouvir como também para expressarem o ponto de vista diante de determinado fato que gerou o conflito. Esse exercício, quando bem realizado, faz com que em fatos futuros as pessoas recorram primeiramente ao diálogo antes de criarem um clima desconfortável a elas e ao próprio time.
4 – Autoavaliação: Ao se deparar diante de fatores conflitantes, não importa o grau de repercussão destes, se as pessoas envolvidas tiverem maturidade aproveitarão a oportunidade para realizar uma autoavaliação. Ou seja, devem fazer uma reflexão sobre suas atitudes diante dos fatos que, muitas vezes, se chocam com seus próprios interesses. Será que meu comportamento foi ético? Eu poderia ter encontrada uma alternativa para minimizar esse desgaste? Como devo me posicionar diante de fatos semelhantes? Essas são apenas algumas indagações que podem ser feitas.
5 – Assertividade: Essa é uma das competências que as organizações têm valorizado e feito muito profissionais galgarem novos degraus na trajetória profissional. O momento que envolve o conflito é uma ótima oportunidade para que o indivíduo avalie se ele está ou não sendo assertivo. Será que está apenas desejando impor a sua vontade aos demais ou é competente para apresentar argumentos consistentes que façam os colegas de trabalhos avaliarem sua visão e até mesmo “comprem” suas ideias e propostas?
6 – Criatividade: Quando um fato mostra-se oposto à visão do indivíduo, isso o estimula a sair da zona de conforto. Nesta sequência, o profissional vê-se diante de situações que geralmente estimulam a sua criatividade para solucionar os fatores conflitantes. Se, porventura, o conflito for oriundo de falha na comunicação interna, não apenas as partes envolvidas como também toda a equipe será convidada a trabalhar novos recursos que estimulem o fluxo claro de informações.
7 – Vivência: Um conflito vivenciado torna-se uma lição de vida para as partes envolvidas. Por mais simples que uma situação possa parecer, sempre promoverá uma bagagem de emoções seja em maior ou menor grau. Quando alguém se torna personagem de um fato conflitante, adquire-se uma melhor percepção tanto da vida pessoal quanto profissional e isso, por sua vez, prepara o indivíduo para lidar com situações adversas.
8 – Emoções: Outro fato que se pode considerar como positivo frente a um conflito é que diante de determinadas situações, as pessoas se veem na necessidade de administrar suas emoções. De nada adiantará explodir e “esbravejar” para tentar solucionar um determinado fato, pois isso só agravará ainda mais a situação. Saber administrar as emoções diante de situações delicadas é outro aprendizado que o conflito pode gerar às partes envolvidas.
9 – Flexibilidade: Conflito algum é solucionado se a flexibilidade entre as partes envolvidas não apresentarem flexibilidade para resolverem o fato. Lembremos aqui que viver em sociedade requer que o indivíduo garanta seus direitos, mas também saiba respeitar o “espaço” dos demais que estão à sua volta. Pensar que um problema será solucionado apenas por imposição de sua vontade, é apenas colocar mais “lenha na fogueira”, pois cedo ou tarde outro problema da mesma intensidade ou ainda maior surgirá. Por isso, quando você se vê diante de uma situação conflitante lembre-se de que você também precisará abrir mão de alguma coisa, para que a relação no ambiente de trabalho seja, no mínimo, saudável. É preciso que as pessoas envolvidas cheguem a um denominador comum, pois a situação que se formou não apenas as prejudicará como também poderá envolver toda a equipe.
10 – Mudanças: Quando um conflito surge, inclusive no ambiente de trabalho, uma nova realidade surge para o indivíduo. Se o fator conflitante envolveu duas ou mais pessoas, por exemplo, essas precisarão ter maturidade para se adaptarem a uma realidade que passou por mudanças. Afinal, será preciso maturidade e muito profissionalismo para manter uma relação, no mínimo, cordial para que a situação não se transforme em uma “bola de neve” e futuramente fatos mais delicados surjam no futuro próximo.
Fonte: http://www.catho.com.br/carreira-sucesso/dicas-emprego/10-passos-para-aprender-com-os-conflitos

quarta-feira, 30 de março de 2016

A Importância da Comunicação Eficaz nas Organizações



Todo o profissional deve ter como um de seus princípios básicos
a boa comunicação dentro da empresa



Por José Roberto Marques

A comunicação nas organizações é uma das formas mais eficazes da corporação sobreviver e prosperar no mercado competitivo atual. Essa ferramenta estabelece um relacionamento entre a empresa e os funcionários, permitindo que eles acompanhem as suas principais ações e verifiquem o impacto de suas tarefas no alcance dos resultados traçados. Com isso, os colaboradores ficam mais motivados a contribuir para o sucesso da companhia.
Para se ter uma ideia do quanto a comunicação é importante no cenário empresarial, mesmo quando os funcionários demonstram o interesse em cumprir suas tarefas, se não estiverem bem informados sobre os objetivos da companhia, a vontade de dar o máximo de si é reduzida. Quando utilizada adequadamente, essa ferramenta faz com que os colaboradores queiram "vestir a camisa" da companhia, porque sentem-se partes importantes do processo.
A implementação de uma comunicação interna eficaz permite a interação e integração de todo o universo corporativo. Entre seus objetivos estão informar os funcionários sobre a empresa e ambiente de trabalho, valorizar a participação de todos os colaboradores no andamento dos negócios, além de facilitar o relacionamento interpessoal. Além disso, a sua prática também é excelente na constituição da imagem passada pela empresa que é propagada pelos colaboradores fora do expediente de trabalho.
Elaborar boas estratégias de comunicação nas organizações faz com que os colaboradores tenham uma nova perspectiva da empresa na qual trabalham e não considerem conceitos externos. Dessa forma, eles se tornam verdadeiros embaixadores da empresa em que trabalham.
A comunicação nas organizações deve ser uma ferramenta de administração estratégica nos mais variados níveis hierárquicos para atingir o sucesso da organização. Nessa perspectiva, a sua prática não é responsabilidade de um departamento específico, mas sim de todos que os compõem a empresa, desde gestores a subordinados. Somente dessa forma, pode-se evitar ruídos e conflitos que atrapalhem o bom relacionamento interpessoal no ambiente de trabalho.
No mercado atual, oferecer produtos e serviços com qualidade é uma obrigação das empresas. Seu diferencial está em valorizar o capital humano por meio de uma comunicação desenvolvida para os colaboradores. Assim, compreender a importância de praticar esse processo constitui um desafio para as empresas.

Mudanças provocadas pela prática da comunicação nas organizações

Uma comunicação eficaz no mundo organizacional pode ser entendida como aquela que transforma e muda a atitude das pessoas. Se a comunicação apenas mudar suas ideias, mas não provocar nenhuma atitude, então a ela não atingiu seu objetivo. Obter êxito nesse processo significa ter colaboradores mais criativos, flexíveis, trabalhando melhor em equipe, proativos e com engajamento muito maior para entregar sempre o melhor trabalho possível. Para isso, o conteúdo deve ser efetivamente aprendido para que as pessoas utilizem aquilo que foi propagado.
As empresas precisam trabalhar o desenvolvimento de uma cultura baseada no diálogo e troca de ideias, impressões e sentimentos para manter um bom funcionamento organizacional. Dessa forma, as pessoas conhecem melhor os objetivos da empresa em que trabalham, ficando sempre motivadas e confiantes sobre sua participação em cada conquista, além de mais à vontade para opinar sobre decisões. É importante que os colaboradores estejam alinhados quanto aos objetivos a serem alcançados, até mesmo no dia a dia, compreendendo quais são os valores, crenças e regras de conduta da empresa.

Como empregar a comunicação nas organizações

Considerando que o processo de comunicação somente é bem-sucedido quando o destinatário recebe, compreende e interpreta a mensagem, considerar as características do público-alvo é essencial para o sucesso dessa ferramenta. Nesse sentido, o processo de comunicação deve ter como foco o perfil dos colaboradores da organização em questão.
Cada pessoa tem sua própria construção de significados, sendo influenciada por toda carga cultural adquirida durante a vida. Ou seja, os indivíduos não são iguais, portanto pensam e agem de forma diferente!
O entusiasmo pode variar de pessoa para pessoa, uma vez que é um processo interno. Entretanto, a motivação sofre influência do meio externo, o que inclui a forma como a empresa se comunica e se relaciona com o funcionário. O inverso também ocorre: o comportamento humano dentro da organização varia de acordo com a experiência pessoal de cada trabalhador, e a comunicação deve se adaptar e levar em conta essas diferenças individuais.
Assim, a estratégia de comunicação precisa considerar os pontos em comuns dos colaboradores para que proporcione resultados positivos. A forma de se expressar, a escolha das palavras, o tom da voz ou o meio utilizado na comunicação são alguns dos recursos que devem ser considerados durante a prática da comunicação, uma vez que influenciam na forma como o receptor interpretará a mensagem recebida.

Gestão e comunicação

Como mencionei acima, a prática da comunicação deve fazer parte das tarefas de todos os níveis hierárquicos. Como intermediários entre os interesses da empresa e dos funcionários, os gestores precisam desenvolver essa habilidade para exercer sua função adequadamente. Essa ferramenta ajuda a construir um relacionamento melhor com sua equipe, em que há mais entendimento com relação as atividades delegadas.
Todas as decisões gestacionais devem envolver uma comunicação objetiva e precisa, até aquelas mais cotidianas. Para citar um exemplo, no ambiente organizacional, qualquer tipo de comunicação mal feita — e-mails mal escritos, memorandos com erros, telefones que não funcionam, informações confusas ou qualquer outro ruído na comunicação — pode atrapalhar o processo de disseminação da linguagem corporativa. Por isso, a comunicação assertiva é um cuidado que deve ser tomado pelos gestores para manter sua equipe sempre informada e motivada.
feedback é uma ferramenta de suma importância para a eficácia do processo de comunicação nas organizações e também uma das tarefas dos gestores. Esse retorno permite acompanhar como a mensagem foi recebida pelos colaboradores, certificando-se que ela cumpriu o objetivo e, de fato, gerou a atitude esperada. Caso isso não ocorra, a mensagem deverá ser transmitida novamente, dessa vez, da forma mais apropriada às características da equipe em questão. Procure entender quais são as dúvidas a fim de esclarecê-las e melhorar cada vez mais a comunicação existente entre você e seu receptor.
Além desses recursos, outras atitudes são fundamentais para os gestores colocar em prática a comunicação nas organizações e contribuírem com o estabelecimento de um ótimo relacionamento interpessoal no ambiente de trabalho.
  • Quando for chamar a atenção de alguém, faça de forma reservada e justifique o motivo, descrevendo o ocorrido;
  • Peça desculpas sempre que necessário. Isso não demonstra fraqueza, mas respeito;
  • Caso receba alguma informação que não procede, não cause nenhum tipo de constrangimento para esclarecê-la;
  • Se o clima esquentar por algum motivo, alivie a tensão sem elevar o tom de voz e faça o possível para que o clima desagradável seja dissolvido rapidamente.
Lembre-se: a comunicação, quando realizada de forma efetiva, favorece o envolvimento do colaborador com os princípios da empresa, reforçando seus valores frente aos parceiros. Além disso, ela é uma ferramenta que promove a sinergia para alcançar os resultados almejados.
Fonte: http://www.ibccoaching.com.br/portal/artigos/importancia-da-comunicacao-eficaz-nas-organizacoes/

Resiliência: competência essencial no ambiente organizacional

Existem pessoas que, quando colocadas em situações de pressão ou estresse, sabem que não podem perder o controle das emoções. Nestes casos, buscam saídas como respirar fundo e lavar o rosto no banheiro. Estes recursos são exemplos simples para ilustrar a resiliência, pois um dos fatores que compõe esta competência é a tolerância. Do mesmo modo que, intuitivamente, alguns desenvolvem estes pontos de equilíbrio, estudiosos criaram técnicas para este intuito.




A resiliência é uma competência influenciada pelo estilo de vida do indivíduo. Quanto mais ganhamos consciência sobre as próprias reações e comportamentos diante de situações de pressão e desafios, por exemplo, mais dominamos estas questões. Nas empresas, após um período longo de enxugamento no quadro de funcionários e aumento da competitividade, o ambiente de trabalho se tornou altamente estressante.  “A resiliência é a capacidade de uma empresa, um líder, uma equipe ou talento, promover as transformações necessárias para alcançar o seu propósito. Você é resiliente quando cresce nas mudanças, inova, se antecipa às situações e produz coerência estratégica para sua equipe e clientes. Sua influência como um ser resiliente precisa ter mais impacto proativo e orientado para o futuro”, explica Eduardo Carmello, palestrante especialista no tema.
Empreendedores e líderes vivem, por si só, sob demandas desafiadoras e cheias de pressão. Estes profissionais convivem em ambientes e atuam em situações de alto risco, onde conviver com crises é um fato normal. “Vivemos uma realidade onde crises econômicas e turbulências acontecem em períodos cada vez mais curtos. As empresas estão sendo desafiadas, e por consequência, os dirigentes destas organizações também. Estes profissionais precisam ter sangue frio e capacidade de enfrentar situações inusitadas, com desfechos, muitas vezes, negativos”, comenta Paulo Sabbag, professor da Fundação Getúlio Vargas. De acordo com o professor, para organizações mais estruturadas e com RHs mais completos, identificar profissionais com resiliência vem se tornando uma premissa.

Conceito de resiliência provém da Física

O que faz um prédio não sucumbir a um terremoto é a conjunção de força com flexibilidade, o que caracteriza a resiliência. Desde o século XVII se estuda os corpos elásticos por meio da Física, e a psicologia utilizou-se desta analogia para transpor ao universo empresarial o poder de profissionais, submetidos a condições extraordinárias (adversas ou desafiadoras), voltar a suas rotinas consideradas normais.
“Ser mentalmente flexível é necessário para lidar com novos problemas ou ações pouco estruturadas. Considero a resiliência como a competência mais importante desta primeira metade do século XXI”, aponta Sabbag.

10 dicas de como desenvolver a resiliência

Há 20 anos, o mercado corporativo exigia que as pessoas assumissem mais riscos. Hoje, fica o que se valoriza é conviver com estes desafios. Levantamos 10 dicas para desenvolver esta competência:
  • Procure, na medida do possível, protagonizar as situações;
  • Visualize o futuro próximo e antecipe tendências e acontecimentos;
  • Crie um significado para a sua realidade;
  • Procure conhecer a verdadeira dimensão do problema;
  • Separe quem você é do que você faz;
  • Procure desenvolver relacionamentos significativos;
  • Aprenda a enxergar as soluções;
  • Reconheça seus sentimentos e necessidades de seu corpo;
  • Tenha como parceiro constante a Criatividade e Inovação;
  • Cultive e valorize seu poder de escolha.

As características do profissional resiliente precisam ser “manifestadas” nos momentos de complexidade e mudança, não apenas nos momentos de conforto, estabilidade ou conveniência. “O ser resiliente é aquele que está saltando continuamente, renovando e transformando-se sempre. É uma pessoa impulsionada por um propósito maior, proativa e que constrói realidades”, completa Carmello.
Fonte: http://www.catho.com.br/carreira-sucesso/dicas-emprego/resiliencia-competencia-essencial-no-ambiente-organizacional

Psicologia do Trabalho e Segurança: Fatores que determinam a personalidade de um indivíduo

Personalidade
Comportamento organizacional é baseada no comportamento do indivíduo, o comportamento de cada uma das pessoas dentro da organização. Nem todas as pessoas se comportam da mesma, dissemos que somos todos diferentes, apesar das nossas semelhanças.

Que é o que faz cada um de nós para ser e agir de uma maneira peculiar?, é o que chamamos de personalidade.
Todo o nosso comportamento é moldado por alguma forma a nossa personalidade, e esta por sua vez, por todas as experiências que temos vivido desde que ainda estavam em desenvolvimento no ventre de nossa mãe até o presente momento.
A personalidade pode ser definida como o conjunto de características que definem uma pessoa e identificar e estabelecer suas diferenças com os outros.Mas, para ter mais base científica na definição de Gordon Allport: “Personalidade é a organização dinâmica dentro do indivíduo, daqueles sistemas psicofísicos que determinam seus ajustamentos únicos ao seu ambiente.”

Podemos observar e identificar os diferentes tipos de traços nas pessoas que compõem sua ou de personalidade:
1 .- características físicas (biológicas), tais como raça, altura, pele, tipo de cabelo e cor, tipo e cor dos olhos, sinais particulares, tais como manchas, verrugas, cicatrizes, etc.
2 .- Características psíquico (psicológico) como: seu temperamento, seu caráter, sua capacidade intelectual, etc
3 .- Sócio-Cultural Traços (axiológica) tais como: educação, cultura, crenças e valores, etc Dois fatores têm uma influência decisiva na formação de nossa personalidade: Patrimônio e Meio Ambiente.

Património Biológico, prevê a personalidade de um indivíduo, todas as características genéticas que são fornecidos no momento da concepção de um novo ser, desde o óvulo eo espermatozóide, que foram incorporadas pela célula-ovo que deu origem
A herança genética não é dado pelos pais, eles são portadores apenas da informação que está contida nos genes que compõem cada um dos cromossomos, que são encontrados no núcleo do óvulo e espermatozóide se unem em o momento da concepção. Então é ali, naquele momento único, quando recebemos o fardo de todos os fatores genéticos. A hereditariedade determina as características individuais, tais como altura, sexo, estrutura óssea, a distribuição da massa muscular, nível de energia, os ritmos biológicos, etc, No momento da concepção ea partir desse momento deixa de agir, eo indivíduo afetadas pelo ambiente, mesmo desde o ventre.

Teoria da Aprendizagem e modelagem do comportamento
Aprender teoria de Albert Bandura, que é o criador da teoria da aprendizagem social
, incide sobre os conceitos de reforço e de observação. Defende que os seres humanos adquirem habilidades e comportamentos e modo de funcionamento instrumental e que, entre a observação e imitação que envolve fatores cognitivos que ajudam o indivíduo a decidir se o observado imita ou não. fatores cognitivos relacionados especificamente à capacidade de reflexão e de simbolização, bem como a prevenção de conseqüências com base em processos de comparação, generalização e auto-avaliação. Em suma, o comportamento depende do ambiente, bem como os fatores pessoais (retenção, motivação e produção do motor).
Bandura aumentar o seu interesse na aprendizagem por observação, através do qual demonstrou que os seres humanos adquirem novos comportamentos sem uma óbvia reforçada e mesmo se eles não têm a oportunidade de aplicar os conhecimentos. O único requisito para a aprendizagem pode ser que a pessoa observa um outro indivíduo, ou modelo, realizar um determinado comportamento.
A teoria de Bandura de aprendizagem por observação é baseada principalmente na análise experimental da influência da modelagem do comportamento. Em um estudo de modelagem típica, o indivíduo observa uma outra pessoa para realizar um comportamento ou seqüência de comportamentos. Então, o tema é observado para registrar se o comportamento do modelo é imitado ou não. O comportamento do sujeito é comparado com um grupo controle que não respeitou o modelo para identificar se existe alguma diferença significativa.


Bandura sugere que quase qualquer comportamento pode ser aprendido por um indivíduo sem a experiência direta de reforço. Nós não temos de ser reforçada a prestar atenção a imagens vívidas ou sons muito altos: o impacto do estímulo em si, chama a nossa atenção. Não deve ser recompensado diretamente para aprender alguma coisa.
Valores e Crenças
Valor.
“É uma meta ou um fim de interesse transituational expressando (colectivas e / ou individual) em um tipo de motivação (energia, segurança, hedonismo, etc.), E são avaliados de acordo com sua importância para os princípios que norteiam vida de uma pessoa “(Schwartz e Sagiv, 1990)
Uma distinção importante é que foi instituído pelo Rokeach (1973) entre o que chamou de terminais e valores instrumentais. Terminal valores expressam uma meta, um objetivo na vida, como a felicidade, a salvação, o sucesso … Mas para atingir estes objetivos, existem outros valores na nossa vida diária para perceber como eles podem e / ou a serem alcançados. Um exemplo de valor instrumental é a honestidade.
Uma distinção importante é que foi instituído pelo Rokeach (1973) entre o que chamou de terminais e valores instrumentais. Terminal valores expressam uma meta, um objetivo na vida, como a felicidade, a salvação, o sucesso … Mas para atingir estes objetivos, existem outros valores na nossa vida diária para perceber como eles podem e / ou a serem alcançados. Um exemplo de valor instrumental é a honestidade
Os valores são estruturas mais complexas e difíceis de mudar atitudes, que são, por sua vez, diferentes manifestações de valores que são agrupados de forma hierárquica Crença .-
Mais para o campo dos fatos e, portanto, mais fácil de alterar os valores, crenças referem-se ao que ele tem a ver com o conhecimento ea informação que as pessoas têm sobre algo, ser mais específico ou mais geral. Referimo-nos, por exemplo, a crença sobre os efeitos do nosso comportamento podem surgir a partir do ambiente, mas também de crenças em geral, tais como a idéia de que o homem é o centro da natureza (antropocentrismo).
Este último exemplo de crença é também um caso específico de que Gray (1985) chama de “crenças primitivas” (também no sentido de petróleo) em seu modelo de atitudes ambientais. Além da idéia de que a humanidade está acima e separado da natureza, rejeitando assim qualquer idéia de interdependência com outros seres vivos, Gray menciona outras crenças, como a crença no progresso e crescimento, onde “grande” é sinônimo de melhor a ciência ea tecnologia sempre resolver qualquer problema.


Fonte: http://psicopsi.com/pt/psicologia-trabalho-seguranca-fatores-determinam-personalidade-individuo/