quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Administração Do Tempo
Muito já se ouviu falar sobre técnicas para melhor administrar o tempo, essa moeda que não conseguimos estocar...
Vamos buscar uma abordagem da administração do tempo, a partir da autoconsciência e sugerir que administrar o tempo é muito mais uma questão de autoconhecimento e gerenciamento pessoal do que a simples aplicação de técnicas.
Afinal “o que eu como a prato pleno, bem pode ser o seu veneno”, como já disse o sempre citado Raul Seixas.
Para a diversidade de papéis que temos na vida (profissional, familiar, amizades, lazer) o tempo é um só e não é repartido de forma natural, mas distribuído a partir do que priorizamos.
É o equilíbrio que o sábio jardineiro conquista: Adubar a terra certa!
Nessa imagem, vamos supor que uma determinada planta esteja bem adubada – mais adubo é dispensável e pode matar a planta, por outro lado, aquela que está carente do adubo, uma vez desprezada vai morrer...
E assim se dá com a distribuição do adubo, chamado tempo.
O viciado em trabalho “workaholic” pode lotar a agenda e esquecer de outras áreas como família, amigos, lazer...
Já o viciado em lazer pode esquecer de atualizar-se e colocar foco nos seus projetos...
É mesmo um grande exercício do equilíbrio de papéis, e da coerência entre pensar, sentir e agir a partir da autoconsciência.
Disse Stewam Zweig “Um único momento decide tudo: um único sim, um único não, um muito cedo ou um muito tarde determinam a vida de um indivíduo, de um povo e até o destino de toda a humanidade”.
Algumas questões provocativas:
Eu preciso de mais tempo para quê? Trabalho, família, amigos, lazer, estudos?
O meu maior ladrão de tempo é...
Noite ou dia? Quando estou no meu melhor “pique”?
Separar o “joio do trigo” é definir o que é importante do que é urgente. E se é urgente, é urgente para quem?
Alguns conceitos interessantes e que poderão nos ajudar a classificar as nossas atividades:
Vamos buscar uma abordagem da administração do tempo, a partir da autoconsciência e sugerir que administrar o tempo é muito mais uma questão de autoconhecimento e gerenciamento pessoal do que a simples aplicação de técnicas.
Afinal “o que eu como a prato pleno, bem pode ser o seu veneno”, como já disse o sempre citado Raul Seixas.
Para a diversidade de papéis que temos na vida (profissional, familiar, amizades, lazer) o tempo é um só e não é repartido de forma natural, mas distribuído a partir do que priorizamos.
É o equilíbrio que o sábio jardineiro conquista: Adubar a terra certa!
Nessa imagem, vamos supor que uma determinada planta esteja bem adubada – mais adubo é dispensável e pode matar a planta, por outro lado, aquela que está carente do adubo, uma vez desprezada vai morrer...
E assim se dá com a distribuição do adubo, chamado tempo.
O viciado em trabalho “workaholic” pode lotar a agenda e esquecer de outras áreas como família, amigos, lazer...
Já o viciado em lazer pode esquecer de atualizar-se e colocar foco nos seus projetos...
É mesmo um grande exercício do equilíbrio de papéis, e da coerência entre pensar, sentir e agir a partir da autoconsciência.
Disse Stewam Zweig “Um único momento decide tudo: um único sim, um único não, um muito cedo ou um muito tarde determinam a vida de um indivíduo, de um povo e até o destino de toda a humanidade”.
Algumas questões provocativas:
Eu preciso de mais tempo para quê? Trabalho, família, amigos, lazer, estudos?
O meu maior ladrão de tempo é...
Noite ou dia? Quando estou no meu melhor “pique”?
Separar o “joio do trigo” é definir o que é importante do que é urgente. E se é urgente, é urgente para quem?
Alguns conceitos interessantes e que poderão nos ajudar a classificar as nossas atividades:
• Urgente é toda tarefa que precisa ser feita imediatamente e que pode gerar problemas se não for executada. Em geral é o que foi deixado para a última hora. Nem sempre as urgências são prioridades.
• Circunstancial é tudo aquilo que foge ao seu controle. São as coisas que você faz em excesso ou contra a vontade, que não geram resultados, provocam angústia e insatisfação. São importantes para os outros, não para você.
• Importante é tudo o que faz diferença em sua vida, seus objetivos e sonhos pessoais ou profissionais, os momentos de lazer, exercícios. Tudo o que traga bem-estar e equilíbrio físico, mental, espiritual e emocional.
Nessa etapa, cabe uma ação importante que é o planejamento do tempo, sabendo, entretanto, que o inesperado pode chegar a qualquer momento...
Planejar o tempo significa saber o que se quer fazer e ordenar as ações para a realização da maior quantidade de atividades no menor prazo para se atingir seus objetivos.
Sem um planejamento, sem um objetivo e suas respectivas metas, a pessoa acaba sendo governada pelas circunstâncias e pelas decisões de terceiros.
E desde que a pessoa não saiba para onde está indo, o que a controlará são as forças externas.
Existe um alerta: “A vida segue sempre em frente, e é preciso ter alguém no comando, se na sua vida essa pessoa não é você, tome cuidado, alguém está no controle da sua vida!”.
Não resta dúvidas de que a autoconsciência e a auto-estima serão fundamentais, também, na administração do meu tempo e conseqüentemente na minha produtividade em todos os níveis.
Um conceito interessante nos é trazido por Eckhart Tolle, em seu livro “O Poder do Agora”. Nele, o autor distingue o “tempo do relógio” do “tempo psicológico”.
“Aprenda a usar o tempo nos aspectos práticos da sua vida – podemos chamar de “tempo do relógio”, - mas retorne imediatamente para perceber o momento presente, tão logo esses assuntos práticos tenham sido resolvidos. Assim, não haverá acúmulo do “tempo psicológico”, que é a identificação com o passado e a projeção compulsiva e contínua do futuro.
... O principal foco de atenção das pessoas iluminadas é sempre o Agora... Continuam a usar o tempo do relógio, mas estão livres do tempo psicológico.
Esteja alerta quando praticar isso, para que você, sem querer, não transforme o tempo do relógio em tempo psicológico”.
Administrar o tempo, a partir do equilíbrio dos papéis, pode também ser comparado a um equilibrista de circo – foco e atenção serão fundamentais nessa caminhada.
Certa vez ouvi o Amyr Klink dar um depoimento interessante em uma palestra. Dizia ele que antes de viajar para passar mais de 600 dias em seu barco, pediu ao caseiro que consertasse a luminária da varanda (o caseiro foi a última pessoa que ele teve contato).
Quando retornou, curiosamente, foi a primeira pessoa que ele encontrou, no que prontamente o caseiro disse: “Doutor, não deu tempo de consertar a luminária, mas na semana que vem eu faço isso”.
É claro que ouvimos muitos risos na platéia, mas fica evidente que aquela máxima é absolutamente verdadeira: tempo é uma questão de prioridade.
Com a varinha mágica do equilíbrio entre papéis e à luz da autoconsciência, poderíamos terminar com outro verso do poeta que está na chamada do artigo: “Tempo, tempo, tempo és um dos deuses mais lindos”.
Planejar o tempo significa saber o que se quer fazer e ordenar as ações para a realização da maior quantidade de atividades no menor prazo para se atingir seus objetivos.
Sem um planejamento, sem um objetivo e suas respectivas metas, a pessoa acaba sendo governada pelas circunstâncias e pelas decisões de terceiros.
E desde que a pessoa não saiba para onde está indo, o que a controlará são as forças externas.
Existe um alerta: “A vida segue sempre em frente, e é preciso ter alguém no comando, se na sua vida essa pessoa não é você, tome cuidado, alguém está no controle da sua vida!”.
Não resta dúvidas de que a autoconsciência e a auto-estima serão fundamentais, também, na administração do meu tempo e conseqüentemente na minha produtividade em todos os níveis.
Um conceito interessante nos é trazido por Eckhart Tolle, em seu livro “O Poder do Agora”. Nele, o autor distingue o “tempo do relógio” do “tempo psicológico”.
“Aprenda a usar o tempo nos aspectos práticos da sua vida – podemos chamar de “tempo do relógio”, - mas retorne imediatamente para perceber o momento presente, tão logo esses assuntos práticos tenham sido resolvidos. Assim, não haverá acúmulo do “tempo psicológico”, que é a identificação com o passado e a projeção compulsiva e contínua do futuro.
... O principal foco de atenção das pessoas iluminadas é sempre o Agora... Continuam a usar o tempo do relógio, mas estão livres do tempo psicológico.
Esteja alerta quando praticar isso, para que você, sem querer, não transforme o tempo do relógio em tempo psicológico”.
Administrar o tempo, a partir do equilíbrio dos papéis, pode também ser comparado a um equilibrista de circo – foco e atenção serão fundamentais nessa caminhada.
Certa vez ouvi o Amyr Klink dar um depoimento interessante em uma palestra. Dizia ele que antes de viajar para passar mais de 600 dias em seu barco, pediu ao caseiro que consertasse a luminária da varanda (o caseiro foi a última pessoa que ele teve contato).
Quando retornou, curiosamente, foi a primeira pessoa que ele encontrou, no que prontamente o caseiro disse: “Doutor, não deu tempo de consertar a luminária, mas na semana que vem eu faço isso”.
É claro que ouvimos muitos risos na platéia, mas fica evidente que aquela máxima é absolutamente verdadeira: tempo é uma questão de prioridade.
Com a varinha mágica do equilíbrio entre papéis e à luz da autoconsciência, poderíamos terminar com outro verso do poeta que está na chamada do artigo: “Tempo, tempo, tempo és um dos deuses mais lindos”.
Autor: Antonio Amorim é Consultor Associado à Marcondes & Consultores Associados (SP).
Atualmente é Presidente do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira de Recursos Humanos- ABRH-BA e Diretor da Universidade Internacional da Paz- UNIPAZ- BA, e possui 08 livros publicados, entre poesias, contos e artigos voltados para a área de consultoria.
Atualmente é Presidente do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira de Recursos Humanos- ABRH-BA e Diretor da Universidade Internacional da Paz- UNIPAZ- BA, e possui 08 livros publicados, entre poesias, contos e artigos voltados para a área de consultoria.
Fonte: http://www.rhportal.com.br/artigos/rh.php?rh=Administracao-Do-Tempo&idc_cad=98x4wmwxg
Perfil Comportamental: Conhecendo Pessoas, Descobrindo Potenciais
Quando falamos em pessoas ou em algo que envolve pessoas, automaticamente falamos de comportamento.
Existem diversos tipos de pessoas, logo, diversos tipos de comportamentos.
O que caracteriza um ser humano é sua essência, e é nesta essência que encontramos os atributos e necessidades de cada indivíduo, que ditam seus sentimentos, ações e reações no mundo em que vivemos.
Mas como descobrir a essência de alguém?
Com uma simples observação no dia a dia é possível chegar a um nível de conhecimento do jeito de ser de uma pessoa, porém este processo é demorado e nem sempre é tão preciso.
É neste momento que a tecnologia traz uma ferramenta de mapeamento de perfil comportamental que nos ajuda e muito a conhecer as características de uma pessoa.
Com uma avaliação de perfil comportamental é possível identificar não só essa essência de que falamos, mas também muitos outros fatores que modelam o comportamento, tais como: flexibilidade, capacidade de adaptação a mudanças, estilo de liderança, influência do meio, perfil profissional, nível de estresse, autoestima, entre outros.
Por que saber o perfil comportamental de alguém?
A partir do momento em que uma pessoa descobre como ela funciona, descobre os porquês de ter certos sentimentos, atitudes e reações.
Ela se desperta para o desenvolvimento pessoal e profissional, pois passa a entender como suas características e necessidades influenciam em seu comportamento, aumentando assim, o controle de si mesmo.
Muitas vezes o que torna o cotidiano estressante é apenas um detalhe que passa despercebido. Por exemplo: hoje em dia é uma raridade alguém parar para refletir sobre aquilo que realmente o motiva na vida.
O mapeamento de perfil pode trazer essa reflexão e fazer a pessoa abrir os olhos para um aspecto fundamental, antes desconhecido, que fará com que sua vida mude de direção e vá ao encontro do sucesso muito mais rápido do que imagina.
O uso da ferramenta de perfil comportamental com foco na vida pessoal proporciona uma descoberta profunda sobre a personalidade.
O que gosta, o que não gosta, o que motiva, o que desgasta, e assim por diante.
A partir daí é possível mensurar o quanto e o que pode ser feito para que a realização pessoal venha à tona.
No uso profissional, a ferramenta é extremamente eficiente, já que é simples de usar, economiza tempo e dinheiro e deixa pessoas mais satisfeitas trabalhando com o que gostam.
Um profissional de Recursos Humanos na maioria das vezes encontra no mercado profissionais estruturados e dedicados, mas nem sempre eficazes devido a inadequação do seu tipo de perfil comportamental para função que exercem.
Como é mais fácil e prático lapidar um profissional tecnicamente do que comportamentalmente, vale a pena entender com quem você lida em sua empresa para poder alocá-lo da maneira mais inteligente possível.
Uma avaliação de perfil evita problemas futuros dentro de uma empresa, seja em recrutamento e seleção, remanejamento de cargos, ou até mesmo escolha de um cargo de liderança, pois mostra que nem sempre um profissional que se destacou por resultados técnicos conseguirá exercer uma função na gestão de pessoas com a mesma maestria.
Ser um analista de perfil comportamental significa ajudar pessoas.
Ajudar pessoas a se situarem, e a se adaptarem para melhor desenvolver suas habilidades naturais sempre com respeito a sua individualidade.
"Ninguém é igual a ninguém. Todo o ser humano é um estranho ímpar."- Carlos Drummond de Andrade
O que caracteriza um ser humano é sua essência, e é nesta essência que encontramos os atributos e necessidades de cada indivíduo, que ditam seus sentimentos, ações e reações no mundo em que vivemos.
Mas como descobrir a essência de alguém?
Com uma simples observação no dia a dia é possível chegar a um nível de conhecimento do jeito de ser de uma pessoa, porém este processo é demorado e nem sempre é tão preciso.
É neste momento que a tecnologia traz uma ferramenta de mapeamento de perfil comportamental que nos ajuda e muito a conhecer as características de uma pessoa.
Com uma avaliação de perfil comportamental é possível identificar não só essa essência de que falamos, mas também muitos outros fatores que modelam o comportamento, tais como: flexibilidade, capacidade de adaptação a mudanças, estilo de liderança, influência do meio, perfil profissional, nível de estresse, autoestima, entre outros.
Por que saber o perfil comportamental de alguém?
A partir do momento em que uma pessoa descobre como ela funciona, descobre os porquês de ter certos sentimentos, atitudes e reações.
Ela se desperta para o desenvolvimento pessoal e profissional, pois passa a entender como suas características e necessidades influenciam em seu comportamento, aumentando assim, o controle de si mesmo.
Muitas vezes o que torna o cotidiano estressante é apenas um detalhe que passa despercebido. Por exemplo: hoje em dia é uma raridade alguém parar para refletir sobre aquilo que realmente o motiva na vida.
O mapeamento de perfil pode trazer essa reflexão e fazer a pessoa abrir os olhos para um aspecto fundamental, antes desconhecido, que fará com que sua vida mude de direção e vá ao encontro do sucesso muito mais rápido do que imagina.
O uso da ferramenta de perfil comportamental com foco na vida pessoal proporciona uma descoberta profunda sobre a personalidade.
O que gosta, o que não gosta, o que motiva, o que desgasta, e assim por diante.
A partir daí é possível mensurar o quanto e o que pode ser feito para que a realização pessoal venha à tona.
No uso profissional, a ferramenta é extremamente eficiente, já que é simples de usar, economiza tempo e dinheiro e deixa pessoas mais satisfeitas trabalhando com o que gostam.
Um profissional de Recursos Humanos na maioria das vezes encontra no mercado profissionais estruturados e dedicados, mas nem sempre eficazes devido a inadequação do seu tipo de perfil comportamental para função que exercem.
Como é mais fácil e prático lapidar um profissional tecnicamente do que comportamentalmente, vale a pena entender com quem você lida em sua empresa para poder alocá-lo da maneira mais inteligente possível.
Uma avaliação de perfil evita problemas futuros dentro de uma empresa, seja em recrutamento e seleção, remanejamento de cargos, ou até mesmo escolha de um cargo de liderança, pois mostra que nem sempre um profissional que se destacou por resultados técnicos conseguirá exercer uma função na gestão de pessoas com a mesma maestria.
Ser um analista de perfil comportamental significa ajudar pessoas.
Ajudar pessoas a se situarem, e a se adaptarem para melhor desenvolver suas habilidades naturais sempre com respeito a sua individualidade.
"Ninguém é igual a ninguém. Todo o ser humano é um estranho ímpar."- Carlos Drummond de Andrade
Fonte: http://www.rhportal.com.br/artigos/rh.php?rh=Perfil-comportamental:-Conhecendo-pessoas,-descobrindo-potenciais&idc_cad=2wo8z787w
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
Quinze princípios da empresa inovadora
Marcelo Pimenta (menta90) é professor da pós-graduação da ESPM e criador do Laboratorium
Como manter acesa a chama da inovação dentro da empresa? Como conseguir constantemente renovar seu catálogo de produtos e serviços para superar as expectativas do consumidor? Como garantir e ampliar o lucro (não só financeiro, mas também social e ambiental)?
Cada empresa precisa encontrar suas respostas, mas talvez a solução fique menos complexa se conhecermos as melhores práticas das empresas inovadoras. A 3M é mundialmente – e no Brasil – reconhecida e premiada por seu Sistema de Inovação.
Luiz Serafim, head de marketing da empresa no país, no livro “O Poder da Inovação”, lista os quinze princípios que fazem da 3M uma organização que tem resultados muito acima da média. Faço aqui um resumo de cada um deles, para que conheçam como uma empresa alcança o sucesso devido, principalmente, sua crença e prática na gestão da inovação:
1. Desenvolva e comunique a visão estratégica – A direção deve ser transparente sobre os objetivos que deseja alcançar. A visão de futuro de uma empresa inovadora deve ser inspiradora e ambiciosa para engajar a empresa em seu crescimento.
2. Mantenha a conexão com os clientes – A inovação só acontece quando o cliente percebe valor no que você oferece. Portanto, toda novidade só tem sentido se for reconhecida pelos clientes – razão da empresa existir.
3. Delegue responsabilidades – Na 3M essa máxima é sintetizada pela frase “contrate bons funcionários e deixe-os trabalhar”.
4. Prepare lideranças – São os líderes que concebem visões de futuro, inspiram e mobilizam os times para alcançar objetivos.
5. Estimule o empreendedorismo corporativo – Crie condições para que todos os colaboradores possam apresentar, discutir, melhorar e implementar iniciativas que possam melhorar o negócio.
6. Reconheça os melhores – Se você quer que os funcionários se sintam “donos” do negócio, eles devem ser recompensados pelos acertos.
7. Assuma riscos e tolere erros – Não há como inovar sem errar. O erro é inerente ao processo de inovação.
8. Aposte na diversidade – As equipes devem contemplar a diversidade indo além das questões de gênero, raça, idade para poder melhor contemplar diferentes pontos de vista e a pluralidade de perspectivas e experiências.
9. Incentive a colaboração – Ninguém faz nada sozinho. Criar redes de colaboração (internas e externas) é essencial para a inovação.
10. Continue crescendo, com foco no futuro – O passado serve para sustentar a reputação, para construir reconhecimento à marca, para aprender e testar modelos. Mas não adianta gerenciar olhando pelo retrovisor, para frente é que se anda!
11. Estabeleça processos de gestão adequados – Defina claramente as ferramentas para análise, tomada de decisão, mecanismos claros para avaliação. Crie condições para encontros periódicos e outros rituais que possam buscar dar uma segurança maior ao grupo das escolhas feitas durante o caminho.
12. Desenvolva ao máximo suas competências centrais –Valorize aquilo que você faz de melhor. Reconheça e valorize suas competências excepcionais para extrair delas o máximo de resultado.
13. Monitore seu progresso – Os projetos inovadores PRECISAM de indicadores, métricas de resultados (% de vendas e de lucros), de tipos de inovação (melhorias, incrementais, radicais), de processo (número de ideias, de patentes, de novos produtos), entre outros. Mais do que nunca, quem não mede, não gerencia.
14. Cultive a ética como um valor inflexível – As soluções devem ser geradas num contexto de atender as necessidades dos clientes sem abrir mão dos melhores princípios de transparência, respeito, justiça em todas as relações humanas (com fornecedores, acionistas, parceiros, time), ambientais e sociais.
15. Faça o que mais gosta de fazer – A paixão é a fonte de inspiração para enfrentar as dificuldades do dia a dia. Portanto, trate de sempre encontrar uma forma de fazer aquilo que ama. As mudanças devem ser encaradas como oportunidades. Ser criativo e otimista é alimentar uma energia empreendedora que gratifica aquele que vê sua ideia transformada em ação.
Para quem quer saber mais, o livro “O Poder da Inovação” é da editora Saraiva e traz uma visão completa do processo de gestão da inovação, com casos nacionais e estrangeiros, em linguagem clara e acessível.
fonte: http://blogs.pme.estadao.com.br/blog-do-empreendedor/quinze-principios-da-empresa-inovadora/
Festa De Confraternização Na Empresa: Pra Que?
Sempre que chega o último trimestre do ano, os profissionais da área de recursos humanos começam a ficar com os cabelos em pé. É o momento de pensar, estruturar e executar a festa de confraternização.
Sempre que chega o último trimestre do ano, os profissionais da área de recursos humanos começam a ficar com os cabelos em pé. É o momento de pensar, estruturar e executar a festa de confraternização.
Mas afinal, para que servem essas festas? São festas de confraternização ou de manipulação?
Há quem pense que promover um churrasco com cerveja e pagode nas dependências da empresa ou mesmo em um sítio, poderá resolver ou apagar todos os problemas vivenciados durante o ano todo. E mais, basta uma festinha para que todos possam se sentir renovados para que tenham um comportamento mais assertivo no ano que está por vir.
O efeito, quando positivo, é passageiro. Porém, não é muito raro, observar que os funcionários sentem-se desconfortados, indiferentes e desejosos para que chegue ao final para participarem do sorteio e caírem fora. Isso quando não reclamam dos prêmios dizendo que prefeririam sua parte em dinheiro.
E quem fica com a responsabilidade de resolver essa equação? Exatamente: cabe aos profissionais de Recursos Humanos serem criativos para não caírem na mesmice e realizarem eventos surpreendentes que possam promover além da descontração e festividade, futuros resultados com mudanças comportamentais e engajadoras. Afinal, já não são considerados pela maioria das organizações como integrantes de uma área burocrática e operacional, mas de um departamento de fundamental participação estratégica.
Para quem busca fazer um evento diferenciado e que agregue valor, uma boa alternativa é buscar auxílio de empresas especializadas em gestão corporativa, capazes de promover eventos com ações lúdicas, com conteúdo e muito criatividade. O ideal é que o evento atrele conceitos como liderança, organização, planejamento, trabalho em equipe, sustentabilidade, civilidade, resultados e muitos outros tão necessários e até vitais à sobrevivência de uma empresa proporcionando não apenas uma verdadeira confraternização pelo encerramento de mais uma etapa, mas dando boas vindas a um ano próspero e com sentido real de união para que todos sejam beneficiados pelos seus empenhos.
Sabe-se que, por muitas vezes a tentativa é agradar a Gregos e Troianos suportando pressão de todos os lados. Colaboradores que disputam entre “festinha” na empresa, churrasco com cerveja e pagode em um sítio, almoço breve para poderem ser dispensados mais cedo e por aí vai. Precisam também superar as habituais resistências do financeiro na liberação de verba. Já a diretoria, não espera nada menos que a perfeição.
Por muitas vezes, a competência se revela pela humildade. Querer resolver todas as questões colocando as “mãos na massa” não é a melhor alternativa e pode comprometer profundamente a imagem da área e até mesmo da empresa. Saber o momento certo de recorrer a parceiros é uma grande demonstração de posicionamento e visão. Escolhendo tais parceiros que sejam confiáveis e experientes, como se fossem extensão da própria área de recursos humanos poderá trazer um reconhecimento direto, não apenas pelo sucesso, mas também pela sabedoria e coragem nas tomadas de decisões.
O primeiro passo a ser dado para que, os profissionais de recursos humanos precisam para conquistarem e consolidarem a posição de área estratégica, é ter visão ampla, consequentemente saber que correr riscos está atrelado às suas características pessoais e profissionais.
Autor: Mauricio Seriacopi
Mas afinal, para que servem essas festas? São festas de confraternização ou de manipulação?
Há quem pense que promover um churrasco com cerveja e pagode nas dependências da empresa ou mesmo em um sítio, poderá resolver ou apagar todos os problemas vivenciados durante o ano todo. E mais, basta uma festinha para que todos possam se sentir renovados para que tenham um comportamento mais assertivo no ano que está por vir.
O efeito, quando positivo, é passageiro. Porém, não é muito raro, observar que os funcionários sentem-se desconfortados, indiferentes e desejosos para que chegue ao final para participarem do sorteio e caírem fora. Isso quando não reclamam dos prêmios dizendo que prefeririam sua parte em dinheiro.
E quem fica com a responsabilidade de resolver essa equação? Exatamente: cabe aos profissionais de Recursos Humanos serem criativos para não caírem na mesmice e realizarem eventos surpreendentes que possam promover além da descontração e festividade, futuros resultados com mudanças comportamentais e engajadoras. Afinal, já não são considerados pela maioria das organizações como integrantes de uma área burocrática e operacional, mas de um departamento de fundamental participação estratégica.
Para quem busca fazer um evento diferenciado e que agregue valor, uma boa alternativa é buscar auxílio de empresas especializadas em gestão corporativa, capazes de promover eventos com ações lúdicas, com conteúdo e muito criatividade. O ideal é que o evento atrele conceitos como liderança, organização, planejamento, trabalho em equipe, sustentabilidade, civilidade, resultados e muitos outros tão necessários e até vitais à sobrevivência de uma empresa proporcionando não apenas uma verdadeira confraternização pelo encerramento de mais uma etapa, mas dando boas vindas a um ano próspero e com sentido real de união para que todos sejam beneficiados pelos seus empenhos.
Sabe-se que, por muitas vezes a tentativa é agradar a Gregos e Troianos suportando pressão de todos os lados. Colaboradores que disputam entre “festinha” na empresa, churrasco com cerveja e pagode em um sítio, almoço breve para poderem ser dispensados mais cedo e por aí vai. Precisam também superar as habituais resistências do financeiro na liberação de verba. Já a diretoria, não espera nada menos que a perfeição.
Por muitas vezes, a competência se revela pela humildade. Querer resolver todas as questões colocando as “mãos na massa” não é a melhor alternativa e pode comprometer profundamente a imagem da área e até mesmo da empresa. Saber o momento certo de recorrer a parceiros é uma grande demonstração de posicionamento e visão. Escolhendo tais parceiros que sejam confiáveis e experientes, como se fossem extensão da própria área de recursos humanos poderá trazer um reconhecimento direto, não apenas pelo sucesso, mas também pela sabedoria e coragem nas tomadas de decisões.
O primeiro passo a ser dado para que, os profissionais de recursos humanos precisam para conquistarem e consolidarem a posição de área estratégica, é ter visão ampla, consequentemente saber que correr riscos está atrelado às suas características pessoais e profissionais.
Autor: Mauricio Seriacopi
Como Se Comportar Na Festa De Confraternização Da Empresa?
"Passar despercebido às vezes é a melhor opção."
Dezembro está aí e, com ele, chega a tradicional festa de final de ano das empresas. Evento este que tem o objetivo de ser um momento de confraternização, mas que pode se transformar numa verdadeira armadilha contra o seu emprego. Por isso, vale a pena tomar alguns cuidados.
Seguem algumas dicas para você curtir a festa sem receio:
- Roupas
Primeiramente é importante ter em mente que o evento é uma extensão do local de trabalho. Decotes generosos e saias curtíssimas são itens proibidos! Dependendo de onde e como for a comemoração você pode ir um pouco mais arrumada ou informal, mas o estilo sóbrio deve permanecer. A maquiagem também precisa ser discreta.
- Bebidas
Você pode beber desde que seja moderadamente. Nada de encher a lata ou resolver afogar as mágoas. Se beber demais, ao invés de uma gafe, você pode cometer várias. Cuidado!
- Ao dançar...
Cuidado para não dançar de forma exagerada, como descer até o chão ou dançar de forma sexy. Até a dança deve ser mais contida.
- Não fale demais
Não é porque está todo mundo mais relaxado (ou porque o chefe ou o colega bebeu um pouco além da conta) que você pode ser sincero a ponto de falar algumas “verdades” que estavam entaladas. Ou pior ainda: falar mal dos outros. O seu “amigo confidente” pode estar com a língua solta e vai sair espalhando os seus comentários.
Mesmo com o clima de comemoração e as pessoas mais descontraídas, você será observado o tempo todo. Procure ser o mais discreto possível. Passar despercebido às vezes é a melhor opção.
Seguem algumas dicas para você curtir a festa sem receio:
- Roupas
Primeiramente é importante ter em mente que o evento é uma extensão do local de trabalho. Decotes generosos e saias curtíssimas são itens proibidos! Dependendo de onde e como for a comemoração você pode ir um pouco mais arrumada ou informal, mas o estilo sóbrio deve permanecer. A maquiagem também precisa ser discreta.
- Bebidas
Você pode beber desde que seja moderadamente. Nada de encher a lata ou resolver afogar as mágoas. Se beber demais, ao invés de uma gafe, você pode cometer várias. Cuidado!
- Ao dançar...
Cuidado para não dançar de forma exagerada, como descer até o chão ou dançar de forma sexy. Até a dança deve ser mais contida.
- Não fale demais
Não é porque está todo mundo mais relaxado (ou porque o chefe ou o colega bebeu um pouco além da conta) que você pode ser sincero a ponto de falar algumas “verdades” que estavam entaladas. Ou pior ainda: falar mal dos outros. O seu “amigo confidente” pode estar com a língua solta e vai sair espalhando os seus comentários.
Mesmo com o clima de comemoração e as pessoas mais descontraídas, você será observado o tempo todo. Procure ser o mais discreto possível. Passar despercebido às vezes é a melhor opção.
Autora: Flávia Quintella
Fontes: http://www.rhportal.com.br/artigos/rh.php?rh=Festa-De-Confraternizacao-Na-Empresa:-Pra-Que?&idc_cad=fdd6ybl9x
http://www.rhportal.com.br/artigos/rh.php?rh=Como-se-comportar-na-festa-de-confraternizacao-da-empresa?&idc_cad=9bovcau3s
Programas De Integração Facilitam A Adaptação De Quem Está Chegando
Depois de dias de suspense, finalmente você recebe a tão esperada notícia: foi o escolhido para ocupar a vaga disputada com inúmeros outros candidatos.
Claro que o primeiro dia é de pura comemoração, mas... já imaginou seu primeiro dia na nova empresa? Sente um friozinho na barriga ao pensar nas horas iniciais no desconhecido ambiente de trabalho?
Ansiedade, na verdade, é um sentimento comum para qualquer um, mas o problema é quando a sensação passa dos limites. Alguns profissionais chegam a desistir da oportunidade ou levam muito mais tempo do que o normal para adaptar-se quando os primeiros contatos no novo emprego não são bem conduzidos.
A fase de adaptação costuma ser delicada para qualquer profissional. No entanto, pode ser superada com êxito caso receba a atenção adequada.
O ideal é que essa fase seja acompanhada por um programa de integração, responsável pela socialização do profissional, diz a consultora organizacional e diretora da Holos Crescimento Humano e Organizacional,
Jacqueline Cerqueira.
Ela conta que as empresas de grande porte normalmente destinam a primeira semana de trabalho para apresentar as áreas da organização, promover palestras e organizar visitas técnicas, com o objetivo de tornar clara a missão da empresa para o recém-contratado. Esse conhecimento global que é passado para o profissional é o que reforça a motivação do contratado diante da nova organização, afirma Jacqueline.
Novatos
As empresas de médio porte, no entanto, nem sempre estão seguindo o mesmo modelo. "Muitas destas empresas ainda não promove esse tipo de programa de forma oficial, o que pode propiciar situações constrangedoras para os novatos", alerta a consultora.
Ela cita como exemplo típico o momento do almoço, quando normalmente o novo colaborador é avistado pelos demais colegas. E se não há uma apresentação prévia claro que todos irão indagar sobre o "desconhecido", o que pode provocar desconforto no recém-contratado.
A consultora explica que o Programa de Integração inclui várias etapas. A primeira delas é apresentar um vídeo institucional e materiais informativos que tornem transparentes as principais áreas de atuação da organização e como funcionam. Em seguida, o novo colaborador é levado de sala em sala para ser apresentado.
Quando a empresa possui ramificações em outras localidades (caso não haja condições ou tempo hábil para deslocar-se o profissional até lá), convida-se os representantes das áreas distantes para promoverem palestras para o funcionário novato.
E a consultora explica que, quando o gerente de área não tem como se deslocar para ministrar a palestra sobre o setor que coordena, cabe ao profissional de recursos humanos estar preparado para falar sobre todas as áreas e transmitir um conhecimento global da organização.
"Já trabalhei para empresas que autorizavam até interromper reuniões para apresentar o novo colaborador. Isso porque as empresas entendem que esse tipo de procedimento é importante para o desempenho do profissional" comenta a consultora.
Ajustes
E mesmo as empresas que têm pressa demasiada para iniciar as atividades com o profissional recém-contratado devem, pelo menos, ajustar o Programa de Integração à sua realidade, sugere Jacqueline.
Podem, por exemplo, reduzir o tempo destinado ao programa. Em dois dias, é possível conseguir uma integração básica e passar segurança suficiente para que o colaborador saiba em que terreno está pisando.
Mostrar um vídeo institucional e apresentar o profissional para os demais funcionários é o mínimo a ser feito. E essa preocupação deve se estender entre todos os níveis hierárquicos, assinala a consultora.
Jacqueline Cerqueira comenta que algumas empresas têm tanta pressa para iniciar as atividades com o novo contratado que tentam até mesmo adiar os exames médicos e psicológicos. O mesmo, no entanto, não acontece com as organizações conscientes da importância dos programas de adaptação, sobretudo, aquelas que adotam programas de qualidade, diz.
A consultora lembra ainda que, as normas de qualidade (ISO 9000 e 14000) contemplam palestras institucionais no programa de integração.
"Quando a auditoria avalia a empresa, ela sorteia um número de matrícula entre os funcionários e verifica se ele participou de programa de integração. Caso a resposta seja negativa, é emitida uma notificação para que este procedimento seja cumprido, de modo a não comprometer o processo de certificação." É por essa razão que atualmente as empresas já estão mais atentas a essa necessidade.
Para as empresas que valorizam os programas de integração, os ganhos são imediatos, assegura a consultora. "O colaborador entra na organização mais motivado, mais seguro e disposto a vestir a camisa da empresa", destaca Jacqueline.
Profissional deve buscar integrar-se
Quando a empresa não oferece o programa de integração, o próprio profissional deve buscar maneiras de não se sentir um peixe fora dágua, orienta a consultora Jacqueline Cerqueira. Uma das formas de começar a se integrar é dar uma olhada cuidadosa no organograma da empresa e observar a lista telefônica interna da organização para identificar os responsáveis por cada departamento ou setor.
"O profissional tem que mostrar curiosidade e ter persistência, pois nem sempre irá conseguir todas as informações de que precisa imediatamente", diz. Isso não significa, no entanto, forçar a barra e sair se apresentando para os representantes das áreas. O sensato é esperar os momentos realmente oportunos.
Para conseguir informações sobre a organização vale pesquisar sobre a organização na Internet, observar portfólios e folders institucionais.
Esse cuidado, inclusive, é melhor que seja tomado antes da seleção.
"Faz parte do bom perfil do profissional saber previamente informações sobre a empresa, embora seja atribuição da organização também fornecer as informações", frisa Jacqueline.
Ambientação
Por mais contraditório que pareça, além de se omitir quanto à responsabilidade de oferecer o programa de integração, algumas empresas ainda avaliam negativamente o colaborador que não toma iniciativa própria para "descobrir" a organização, revela Jacqueline.
A consultora é incisiva ao afirmar que tão importante quanto a seleção criteriosa do profissional é o programa de ambientação. E destaca que se o processo de seleção for bem criterioso, bem conduzido, o programa de integração torna-se mais fácil.
Jacqueline conta que os estagiários também são vítimas constantes dessa falta de preocupação com a integração. "É comum o estagiário entrar na empresa e não saber nem por onde começar. Essa é uma queixa generalizada entre eles.
"As empresas não se dão conta de que é importante para os estagiários ter informações sólidas sobre o programa de estágio e que a falta dessa preparação pode complicar a performance deles e até desmotivá-los", afirma.
Fonte: http://www.rhportal.com.br/artigos/rh.php?rh=Programas-De-Integracao-Facilitam-A-Adaptacao-De-Quem-Esta-Chegando&idc_cad=vu3bdkeiz
Perspectiva das ciências humanas na formação empresarial
Por MARIA EUGENIA MARIN
Os líderes empresariais de hoje devem poder assumir os vários desafios decorrentes de um ambiente
empresarial muito complexo, globalizado e que muda rapidamente. Para enfrentar tais desafios não é suficiente dominar a dinâmica dos assuntos empresariais tradicionais. Gerenciar equipes de trabalho diversificadas, conhecer línguas e culturas estrangeiras e compreender o contexto sociopolítico de cada negócio são pontos essenciais para o domínio de habilidades para entrar em novos mercados e projetar novos produtos e serviços a novos clientes, assim como para entender o impacto social do negócio nas comunidades locais.
De acordo com um recente informe emitido pela fundação de escolas de negócios Carnegie Foundation, é preciso levar a cabo uma reforma e incorporar mais ciências humanas e sociais nos currículos das escolas de negócios. O informe enfatiza a necessidade mundial de líderes empresariais que possam gerenciar a complexidade, pensar criativa e eticamente e proporcionar assim soluções mais holísticas. O informe defende que os líderes empresariais precisam ser educados não só em métodos financeiros de negócio como também devem entender seu impacto nas sociedades e nas pessoas.
A maior parte de programas de MBAs tradicionais está muito baseada no ensino de assuntos básicos (estratégias, finanças, marketing, etc.), para ajudar os gerentes a se tornarem efetivos produtores de decisão em áreas funcionais. Enquanto esta aproximação for historicamente válida, o gerente de hoje deve conceber a organização e o ambiente empresarial como sistemas sociais complexos nos quais os profissionais com diferentes bagagens interagem para alcançar metas comuns. É mediante a exploração das ciências humanas que aprendemos a pensar criativa e criticamente, a argumentar, a fazer perguntas… e tais habilidades possibilitam uma maior e nova eficácia em quaisquer modelos empresariais e políticas para as diferentes pessoas e culturas.
As empresas e as organizações estão entendendo, de forma crescente, o valor de uma aproximação mais holística a atividades empresariais e ao processo decisório, de maneira que estão procurando recrutar gerentes com tais habilidades. Embora haja cada vez mais escolas de negócios em todo o mundo que vão mais além do ensino tradicional, apresentando um currículo de MBA que inclui as ciências humanas e sociais, estas ainda são uma minoria. Vejamos o que acontecerá quando as outras também aceitarem o desafio!
fonte: http://oglobo.globo.com/blogs/educacao-la-fora/posts/2014/10/15/perspectiva-das-ciencias-humanas-na-formacao-empresaria-552327.asp
Os líderes empresariais de hoje devem poder assumir os vários desafios decorrentes de um ambiente
De acordo com um recente informe emitido pela fundação de escolas de negócios Carnegie Foundation, é preciso levar a cabo uma reforma e incorporar mais ciências humanas e sociais nos currículos das escolas de negócios. O informe enfatiza a necessidade mundial de líderes empresariais que possam gerenciar a complexidade, pensar criativa e eticamente e proporcionar assim soluções mais holísticas. O informe defende que os líderes empresariais precisam ser educados não só em métodos financeiros de negócio como também devem entender seu impacto nas sociedades e nas pessoas.
A maior parte de programas de MBAs tradicionais está muito baseada no ensino de assuntos básicos (estratégias, finanças, marketing, etc.), para ajudar os gerentes a se tornarem efetivos produtores de decisão em áreas funcionais. Enquanto esta aproximação for historicamente válida, o gerente de hoje deve conceber a organização e o ambiente empresarial como sistemas sociais complexos nos quais os profissionais com diferentes bagagens interagem para alcançar metas comuns. É mediante a exploração das ciências humanas que aprendemos a pensar criativa e criticamente, a argumentar, a fazer perguntas… e tais habilidades possibilitam uma maior e nova eficácia em quaisquer modelos empresariais e políticas para as diferentes pessoas e culturas.
As empresas e as organizações estão entendendo, de forma crescente, o valor de uma aproximação mais holística a atividades empresariais e ao processo decisório, de maneira que estão procurando recrutar gerentes com tais habilidades. Embora haja cada vez mais escolas de negócios em todo o mundo que vão mais além do ensino tradicional, apresentando um currículo de MBA que inclui as ciências humanas e sociais, estas ainda são uma minoria. Vejamos o que acontecerá quando as outras também aceitarem o desafio!
fonte: http://oglobo.globo.com/blogs/educacao-la-fora/posts/2014/10/15/perspectiva-das-ciencias-humanas-na-formacao-empresaria-552327.asp
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