sexta-feira, 26 de junho de 2015

STRESS NO TRABALHO PODE CAUSAR DOENÇAS OCUPACIONAIS


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Muito do que se diz sobre o stress no ambiente de trabalho está associado às novas tendências tecnológicas, responsáveis pelo estado de constante prontidão em que os empregados estão sujeitos em suas jornadas laborais. Segundo especialistas do Instituto de Psicologia e Controle do Stress, a realidade do mundo atual com o avanço vertiginoso das tecnologias relaciona-se, diretamente, ao crescimento das doenças ocupacionais causadas por esse fator.
As mudanças nas rotinas de trabalho associadas aos avanços tecnológicos são objeto de estudos realizados em todo o mundo por grupos de psicólogos que buscam conhecer as consequências causadas por esse estímulo tecnológico nas vidas das pessoas, submetidas a exigências de estarem sempre alertas e despendendo elevada energia em suas atividades.
Conforme destacam esses especialistas, as pessoas vivem atualmente em ritmo de intensidade incompatível com o bem-estar necessário, o que acaba contribuindo para o aparecimento de doenças em consequência de stress.
É certo que pelo fato dos trabalhadores atuarem em estado de alerta, a adrenalina aumenta ajudando na produtividade e na criatividade, mas se essa condição for mantida por muito tempo, a pessoa pode se tornar vítima de tensão demasiada que é prejudicial à saúde. Acredita-se que, muitas vezes, isso ocorra devido ao estado de esgotamento do trabalhador que ultrapassou os limites individuais de sua capacidade de adaptação às tendências tecnológicas atuais. Assim, com a redução da energia mental, surge o stress e, em consequência, outras doenças ocupacionais, diminuindo a produtividade e causando indisposição para o trabalho.
Um alerta para as empresas
Os empregadores devem ficar sempre atentos aos fatores que levam os trabalhadores ao stress nos ambientes laborais, evitando com isso, o aumento das doenças ocupacionais causadas por esse mal. É fundamental, para manter uma equipe produtiva e motivada, dedicar atenção às características específicas do stress no trabalho, que podem originar os seguintes sintomas frequentes:
  • Taquicardia
  • Tensão muscular
  • Boca seca
  • Dores no estômago
  • Mãos frias e suadas
  • Sensação de cansaço
  • Dificuldades de memorização
A redução dos fatores que causam o stress no ambiente de trabalho é um desafio de todos e deve ser levado muito a sério. São consideradas ações benéficas para o controle e a redução do stress no trabalho:
  • Conservar o bom relacionamento no ambiente laboral;
  • Manter a calma em reuniões de trabalho;
  • Gerenciar o tempo de trabalho para cada atividade;
  • Realizar testes e exames periódicos nos funcionários;
  • Adaptar horários flexíveis e intervalos entre as atividades;
  • Realizar campanhas de combate ao stress no trabalho;
  • Oferecer sala de relaxamento e convivência para os funcionários;
  • Manter uma atividade física de rotina e alimentação adequada.
Para que as empresas contem sempre com uma equipe produtiva no ambiente laboral é também muito importante manter os funcionários bem informados dos fatores causadores do stress e delegar tarefas legitimamente em conformidade com os limites de cada trabalhador.
Fonte: http://www.ocupacional.com.br/ocupacional/stress-no-trabalho-pode-causar-doencas-ocupacionais/

As Fases do Esgotamento pelo Stress no Trabalho

O stress, um mecanismo de defesa do corpo, quando mantido em funcionamento por muito tempo desencadeia inúmeros problemas, tanto físicos quanto psicológicos. O presente artigo traz uma lista de sintomas de cada fase do stress.

Stress é uma das mais terríveis manifestações existentes pois seus sintomas podem gerar um número enorme de doenças, tanto doenças físicas quanto doenças psíquicas, podendo ter efeitos desastrosos na família, relações sociais, trabalho e saúde.
Um profissional de qualquer área, principalmente das que exigem maior responsabilidade ou maior volume de trabalho, está fortemente sujeito aos maléficos efeitos do stress. Estes podem ser facilmente percebidos em um grande número de profissionais de várias áreas como TI, gerencia, CEO, empresários, empreendedores e etc. Funções que exigem grande responsabilidade e por isto grande pressão podem ser uma potencial fonte de stress. Contudo, mesmo profissionais com cargas de trabalho menores ou funções consideradas menos estressantes podem adquirirstress. Tudo depende de como nos relacionamos com nosso trabalho.

Os 12 indicadores do stress no trabalho

Segundo os pesquisadores Herbert Freudenberger e Gail North, o esgotamento profissional não ocorre da noite para o dia, mas é um processo gradual. Sendo assim eles dividiram o processo de esgotamento em 12 estágios (a ordem em que aparecem no texto não necessariamente é a ordem em que se manifestam nas pessoas).
  1. Necessidade de se afirmar

    No começo, verifica-se com frequência uma ambição exagerada. Ãnsia por fazer as coisas, interesse e desejo de se realizar na profissão transformam-se em obstinação e na compulsão por desempenho. É preciso provar constantemente aos colegas – e, sobretudo, a sí mesmo – que faz o trabalho muito bem e que é plenamente capaz.
  2. Dedicação intensificada

    Para fazer juz às espectativas desmedidas, vai-se um pouco além e se intensifica a dedicação. Delegar tarefas torna-se cada vez mais difícil. Em vez disto, predomina o sentimento de que tem de fazer tudo sozinho, até para demonstrar que é imprescindível.
  3. Descaso com as próprias necessidades

    Práticamente todo o tempo disponível é reservado para a vida profissional. Outras necessidades, como dormir, comer ou encontrar-se com amigos são descartadas como fúteis. Atividades de lazer perdem o sentido. A pessoa justifica para sí mesma a renúncia como desempenho heróico.
  4. Recalque de conflitos

    Percebe-se que alguma coisa não vai bem, mas não se enfrenta o problema. Confrontá-lo pode deflagrar uma crise e, por isso, o problema é visto como uma ameaça. Os primeiros problemas físicoscomeçam a aparecer.
  5. Reinterpretação dos valores

    Isolamentofuga dos conflitos e negação das próprias necessidades modificam a percepção. O que antes era importante, como amigos ou passatempo, sofre uma completa desvalorização. A única medida da própria relevância e da auto-estima é o trabalho. Tudo o mais é subordinado a esse objetivo. O embotamento emocional é visível.
  6. Negação de problemas

    O principal sintoma desta fase é a intolerância. Os outros são percebidos como incapazes, preguiçosos, exigentes demais ou indisciplinados. Predomina o sentimento de que os contatos sociais são quase insuportáveis.
    Cinismo e agressão tornam-se mais evidentes. Eventuais problemas são atribuidos exclusivamente à falta de tempo e à jornada de trabalho, e não à transformação pela qual se está passando.
  7. Recolhimento

    Os contatos sociais são reduzidos ao mínimo. Vive-se recolhido, com a crescente sensação de desesperança e desorientação. No trabalho, “faz-se estritamente o necessário”. Nesta fase, muitos recorrem ao álcool ou às drogas.
  8. Mudanças evidentes de comportamento

    Agora, é impossível para os outros não perceber a transformação pessoal. Os outrora tão dedicados e ativos revelam-se amedrontados, tímidos e apáticos. Atribuem a culpa ao mundo à sua volta. Interiormente sentem-se cada vez mais inúteis.
  9. Despersonalização

    Nesta fase, rompe-se o contato consigo próprio. Ninguém mais parece ter valor, nem o próprio afetado nem os outros, as necessidades pessoais deixam de ser percebidas. A perspectiva temporal restringe-se ao presente. A vida é rebaixada ao mero funcionamento mecânico.
  10. Vazio interior

    A sensação de vazio interior é cada vez mais forte e mais ampla. A fim de superá-la, procura-se nervosamente por atividades. Surgem reações excessivas, como intensificação da vida sexual,alimentação exagerada e consumo de álcool e drogas. Tempo livre é tempo vazio, entorpecido.
  11. Depressão

    Aqui, sindrome do esgotamento equivale a depressão. A pessoa se torna indiferente,desesperançadaexausta e não vê perspectivas. Todos os sintomas dos estados depressivos podem se manifestar, desde a agitação até a apatia. A vida perde o sentido.
  12. Síndrome do esgotamento profissional

    Este estágio corresponde ao total colapso físico e psíquico. Quase todos os afetados pensam emsuicidio e não são poucos os que a ele recorrem. Pacientes neste estado constituem casos deemergência: precisam de ajuda médica e psicológica o mais rápido possível.
Tendo em vista os doze estágios listados acima cabe ao profissional avaliar com profunda sinceridade seu estado atual. Permanecer em um estado de stress constante pode, além dos efeitos citados anteriormente, inclusive comprometer seriamente a qualidade do trabalho e seu rendimento.
Apesar das exigências modernas pela velocidade e produtividade é necessário avaliar nossos limites físicos e psíquicos para que o trabalho ou a vida profissional, acima de tudo, tenham qualidade, peça fundamental nas empresas modernas.

Fonte: http://www.sermelhor.com.br/trabalho/as-fases-do-esgotamento-pelo-stress-no-trabalho.html

segunda-feira, 15 de junho de 2015

O Que é Cultura Organizacional

A cultura organizacional ou cultura corporativa é o conjunto de hábitos e crenças estabelecidos através de normas, valores, atitudes e expectativas compartilhados por todos os membros da organização. Ela refere-se ao sistema de significados compartilhados

A cultura organizacional ou cultura corporativa é o conjunto de hábitos e crenças estabelecidos através de normas, valores, atitudes e expectativas compartilhados por todos os membros da organização. Ela refere-se ao sistema de significados compartilhados por todos os membros e que distingue uma organização das demais. Constitui o modo institucionalizado de pensar e agir que existe em uma organização. A essência da cultura de uma empresa é expressa pela maneira como ela faz seus negócios, a maneira como ela trata seus clientes e funcionários, o grau de autonomia ou liberdade que existe em suas unidades ou escritórios e o grau de lealdade expresso por seus funcionários com relação à empresa. A cultura organizacional representa as percepções dos dirigentes e funcionários da organização e reflete a mentalidade que predomina na organização. Por esta razão, ela condiciona a administração das pessoas.

Em outras palavras, a cultura organizacional representa as normas informais e não escritas que orientam o comportamento dos membros de uma organização no dia-a-dia e que direcionam suas ações para o alcance dos objetivos organizacionais. No fundo, é a cultura que define a missão e provoca o nascimento e o estabelecimento dos objetivos da organização. A cultura precisa ser alinhada juntamente com outros aspectos das decisões e ações da organização como planejamento, organização, direção e controle para que se possa melhor conhecer a organização.

Pode-se Mudar a Cultura de uma Organização? Deve-se mudar a cultura da Organização em busca de resultados? 
Segundo Kissil (1998), para que a organização possa sobreviver e se desenvolver, para que existam revitalização e inovação, deve-se mudar a cultura organizacional. Esse conceito responde plenamente esta questão, onde o Autor sugere que a revitalização e a inovação são fatores importantes para as empresas, e de certo modo só se consegue isso mudando a cultura da organização.

O esforço de entendimento mútuo dentro da empresa é uma maneira de garantir uma estrutura consistente e manter o ritmo de produtividade da organização. Para montar as equipes com um perfilvariado é preciso de um enfoque cultural e escolher as pessoas que são diferentes. O que faz uma empresa forte é o respeito mútuo interno, é ele que poderá gerar respostas rápidas e eficientes. Se as diversidades forem integradas em torno de um único compromisso, a empresa estará sempre pronta para administrar as mudanças que forem necessárias. Só se consegue isso com uma cultura organizacional forte, onde as pessoas têm os valores e princípios da empresa disseminados de forma clara, onde todos tem orgulho de fazer parte de uma organização transparente e focada no sucesso.

Ferramentas que ajudam na mudança na Cultura da Organização 
Clareza de objetivos, valores e princípios: Onde a empresa tem seus objetivos claros, definidos, formalmente estabelecidos e orientados para médio e longo prazo. Para dar certo a empresa deve fazer com que todos funcionários tenham acesso aos seus objetivos, ter definidos os valores e princípios, sendo relembrados periodicamente (Ex. reunião mensal), isso auxilia no processo de mudança e seu retorno pode ser de médio prazo, caso bem divulgado e aplicado.

Imagem de produtos e serviços: Grau em que os vários públicos (internos e externos) percebem a qualidade dos produtos e serviços oferecidos. Não basta o cliente externo ter percepção da empresa, mas também os funcionários, a "venda" interna é muito importante, divulgação de projetos que estão sendo executados, conquistas, detalhes sobre a qualidade de seus produtos e serviços, devem ser do conhecimento dos clientes internos e externos, fazendo com que o funcionário tenha orgulho do seu trabalho. Seu resultado na mudança pode ser notado no longo prazo. Deve ser também ser trabalhado constantemente, para manter os funcionários informados.

Integração e comunicação: Onde a estrutura da organização permite a comunicação interna entre os diversos níveis de forma simples e aberta. Tendo também a colaboração e parceria como meio existente como auxílio mútuo, sendo tanto internamente (funcionários) quanto externamente (fornecedores). A comunicação flexível, entre subordinados e gestores, caso a empresa for muito fechada se dará num período de longo prazo, porém sendo um pouco mais flexível, se dará no curto ou médio prazo. A política de "portas abertas" deve ser incentivada pelos gestores até se tornar comum na organização.

Abertura a novas idéias: Grau em que a empresa é dinâmica, está atenta às mudanças, tem senso de oportunidade, estabelece objetivos arrojados, é líder de tendências e cria um ambiente motivador. Nesse ambiente a empresa valoriza e incentiva as novas idéias de seus colaboradores. Pode ser feito incentivos financeiros como premiações por economia na mudança de algum processo, criar uma caixa de sugestões, ter reuniões periódicas entre setores na busca de melhorias, criar um grupo de melhoria, etc. Depende muito da comunicação, ela deve ser aberta a ponto do funcionário ter a ousadia de expor e criar novos métodos e procedimentos. É um trabalho que pode trazer resultados no curto, médio, ou longo prazo.

Desempenho profissional: O trabalho é estimulante para os funcionários e oferece desafios profissionais, possibilidade de crescimento e valorização pessoal. A própria prática de idéias faz com que o profissional sinta-se mais valorizando, pode-se também fazer rodízios, onde o funcionário deixa de ser um especialista numa função e começa a ter conhecimento de outras atividades, ajudando no entendimento do todo do processo e seu objetivo final. A construção de um plano de carreira também é importante, mas certamente é mais viável em empresas de grande porte. Seus resultados são de médio a longo prazo.

Aprendizado: A empresa estimula e proporciona oportunidade de desenvolvimento profissional para os funcionários. A empresa não passa da fase de apenas cobrar qualificação do quadro funcional, mas passa a incentivar. Pode-se fazer isso com cursos internos, auxílio financeiro nos estudos (faculdade, curso de línguas, cursos profissionalizantes específicos, etc.). Pode ser implantado com divulgação de uma nova política de valorização dos funcionários incentivando aos estudos, tem um reflexo muito bom, e seus resultados podem ser de curto prazo.

Critérios para recrutamento, seleção, promoção de empregados. Os tipos de pessoas que são contratadas e os que têm sucesso são aqueles que aceitam e comportam-se de acordo com os valores da organização. É fundamental não ter o favoritismo de algumas pessoas, onde o caráter paternalista, pode ser visto muito fortemente em empresas familiares acontecer tornando a organização desacreditada internamente. Aplica-se com um recrutamento e seleção feita por profissionais qualificados, onde são buscados profissionais que se encaixam com o perfil da vaga e os objetivos da organização. Seu retorno é de longo prazo.

É importante porém ressaltar que antes de qualquer atitude deve-se primeiramente fazer um diagnóstico da atual cultura da organização, para poder assim fazer um plano de ação e finalmente executa-lo e controla-lo.

Aplicação das ferramentas citadas 
Os mecanismos acima citados, realmente podem ser aplicados, e são formas de fazer com que a organização mude sua cultura corporativa, claro que se deve observar o tamanho e a estrutura de cada empresa e adaptar a ferramenta conforme sua situação.

A mudança da cultura certamente começa de cima para baixo, e podem e devem ser executadas pela Diretoria (CEO). Os gerentes intermediários, supervisores, ou chefes de departamentos, devem obrigatoriamente fazer parte do processo, ou etapas como a de comunicação não funcionariam, é seu papel também incentivar as mudanças propostas, é por eles que as instruções normalmente chegam, e se falhar nessa etapa todo o processo pode vir por água abaixo.

Dessa forma conclui-se que apenas com a integração de todos é possível fazer com que se mude a cultura de uma organização.

"Só existem duas maneiras de mudar a cultura de uma organização: mudando as pessoas ou mudando de pessoas." (Autor desconhecido)
Fonte: http://www.rhportal.com.br/artigos/rh.php?rh=O-Que-e-Cultura-Organizacional&idc_cad=582qebocp

Resiliência – aprendendo a lidar com problemas

Resiliência é uma palavra que vem do latim RESILIO, que significa "voltar ao normal". O conceito foi criado em 1807, pelo cientista inglês Thomas Young, que fazia estudos sobre a elasticidade dos materiais. Mais tarde, a resiliência foi incorporada pela física como a capacidade que certos materiais têm de acumular energia quando submetidos a um esforço e, cessado o esforço, retornar ao seu estado natural sem sofrer deformações permanentes. É o que acontece com uma vara no salto em altura: quando o atleta toma impulso para saltar, a vara se curva, acumula energia, projeta o atleta sobre o obstáculo e depois retorna ao seu estado normal.
Mas o que a física tem a ver com o ser humano? A analogia que podemos fazer nesse caso com as pessoas é que ser resiliente é uma questão de atitude, isto é, entrar em ação para solução das pressões e adversidades cotidianas. O profissional resiliente não permite entrar na sintonia do medo e da tristeza, sentimentos estes que paralisam a pessoa impossibilitando a retomada para a ação. Não permitem também experimentar a energia da raiva, pois a raiva descontrolada apenas busca culpados em relação ao que se passa.

O iatista Lars Grael é um exemplo de uma pessoa resiliente. No auge da sua carreira repleta de conquistas, teve sua perna decepada pela hélice de um barco, em um trágico acidente em 1999. Anos depois voltou a competir e ganhar medalhas. "O erro das pessoas, em geral é se voltar para trás", disse Grael certa vez. "Se eu fosse comparar minha vida anterior com a que levo hoje, com certeza teria entrado em depressão. Mas não adianta olharmos para trás. Temos que lidar com o aqui e agora. Poderia ter sido pior, e tenho a obrigação de me sentir no lucro".

O profissional resiliente primeiramente questiona o que deve ser feito para solucionar este problema, investigando várias opções, utilizando a sua flexibilidade e criatividade para sair do momento adverso, conseguem "fazer do limão uma limonada", "vender lenços enquanto todos choram", rir de suas próprias limitações. Essas pessoas sejam grandes líderes ou simples cidadãos, conseguem ver na vida muito mais do que trabalhar para pagar contas, para agradar seus chefes ou acionistas, garantir fama e reconhecimento. Trabalham por si mesmas, e pela humanidade que criam ao redor de si, ignorando outras criadas por pessoas cujo único significado da vida se encerra no dia após o outro. Indivíduos resilientes sonham alto, e os seus sonhos envolvem outras pessoas, que provavelmente se inspirarão com seus exemplos de humanidade e senso coletivo.
Todos nós podemos nos tornar resiliêntes. Seguem algumas dicas:
• Mentalizar seu projeto de vida, mesmo que não possa ser colocado em prática imediatamente. Sonhar com seu projeto é confortante e reduz a ansiedade;
• Aprender e adotar métodos práticos de relaxamento e meditação;
• Praticar esporte para aumentar o ânimo e a disposição. Os exercícios aumentam endorfinas e testosterona que, conseqüentemente, proporcionam sensação de bem-estar;
• Procurar manter o lar em harmonia, pois este é o "ponto de apoio para recuperar-se";
• Aproveitar parte do tempo para ampliar os conhecimentos, pois isso aumenta a autoconfiança
• Transformar-se em um otimista incurável, visualizando sempre um futuro bom
• Assumir riscos (ter coragem)
• Tornar-se um "sobrevivente" repleto de recursos no mercado profissional
• Apurar o senso de humor (desarmar os pessimistas)
• Separar bem quem você é e o que faz
• Usar a criatividade para quebrar a rotina
• Permitir-se sentir dor, recuar e, às vezes, enfraquecer para em seguida retornar ao estado original .

E você já pensou sobre isso? O que o mercado mais quer são profissionais que tenham resistência a frustrações, musculatura emocional para lidar com os reveses do mercado. O que você vem fazendo para lidar com as frustrações em sua carreira e na sua vida pessoal?
Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/resiliencia-aprendendo-a-lidar-com-problemas/47598/

quinta-feira, 14 de maio de 2015

FUNÇÕES MENTAIS SUPERIORES

Sensação, Percepção, Atenção, Linguagem, Pensamento e Emoção, dando-se particular atenção à Percepção, por ser mediante ela que o indivíduo toma contato com o que o cerca, no caso do administrador em especial o cliente. Normas não escritas, políticas dissimuladas, orientações confusas, gerentes paradoxais, estratégias inexistentes ou mal definidas, decisões a passos de tartaruga etc. Compõem o Labirinto Organizacional em que modernos Teseus procuram desvendar suas responsabilidades, atribuições e oportunidades.

Nessa convivência, utilizam essas funções mentais. Compreendê-las proporciona ao Administrador, melhores condições para gerenciar e auxiliar pessoas – profissionais e clientes – a encontra o fio de Ariadne que as conduza através dos meandros organizacionais. Segundo Braghirolli et al., “as informações relativas aos fenômenos do meio externo e ao estado do organismo são processadas em dois níveis: Os níveis da Sensação e da Percepção.

Sensação é a operação que possibilita ao cérebro informações relativas a fenômenos do mundo exterior, ou ao estado do organismo. Sem ela, nenhuma atividade física ou mental seria possível. Kaplan e Sadok definem Percepção como um “processo de transferência de estimulação física em informação psicologia; processo mental pelo qual os estímulos sensoriais são trazidos à consciência”(53:237). A Percepção, portanto, inclui a sensação, permite o sentido de completude e continuidade: objetos e formas constituem imagens inteiras, construídas a partir de estímulos fragmentários, recolhidos pelos órgãos dos sentidos.

A Sensação se divide em três tipos:

a) Interoceptivas:

As mais elementares permitem ao cérebro tomar conhecimento do que acontece nos órgãos internos. Em geral, menos precisas e conscientes, nem sempre possibilitam identificar o que de fato ocorre. Sensações interoceptivas não conscientes podem manifestar-se muito cedo e expressam-se de diferentes formas. Uma delas são os pressentimentos: Sensações relacionadas com fenômenos tidos ainda como manifestos ou acontecidos.

b) Proprioceptivas:
A Propriocepção possibilita entender que os objetos permanecem estáveis, embora a pessoa movimente a cabeça ou desloque-se de um lugar para outro, uma sensação interoceptiva especial é a de equilíbrio ou sensação estática, cujos receptores encontram-se no ouvido interno. Sua perda resulta na doença de Labirintite.

c) Exteroceptivas:

Essas sensações permitem o contato entre o indivíduo e o meio externo, por meio de tato, paladar, olfato, audição ou visão.
O Administrador encontra, no uso da cor, poderoso aliado para atuar sobre a sensação, e em conseqüência , sobre a percepção, quando na escolha das cores, não se orienta suficientemente o especialista sobre o tipo de emoções que se deseja manter, estimular ou inibir em dado ambiente ou situação, deixa-se de usufruir dos potenciais benefícios do projeto. A escolha inadequada das músicas (ou ruídos musicais) no ambiente de trabalho reduz a concentração nas tarefas, aumenta a taxa de erros e contribui para o desconforto de pessoas que não apreciam as escolhas efetuadas.

Para existir, a sensação requer a estimulação de mecanismos de recepção celular em intensidade suficiente para ocorrer transmissão de informação e posterior decodificação pelo sistema de reconhecimento.
Denomina-se “limiar inferior de sensação” o nível mínimo de intensidade de um estímulo capaz de produzir sensação reconhecível pelo indivíduo. Abaixo dele tudo passa como se o estímulo não existisse.

Ex.: Mecânicos desenvolvem discriminação auditiva extraordinária, identificando por meio de som as condições de funcionamento de um equipamento.
Provadores de alimentos e bebidas discriminam sutilezas de gosto, outros desenvolvem discriminação para variações de odor.

O “Limiar superior” causa uma sensação acima de qualquer estimulo, mesmo que não queira perceber tal sensação.
Ex.: Se uma pessoa está em sua casa e alguém liga um som em alto volume, essa pessoa acaba ouvindo o som mesmo sem querer e assimila essa sensação que termina sendo transmitida ao cérebro em forma de mensagem.

Relatividade das Sensações

As sensações podem ser percebidas em relação a outras conforme o destaque a que se dá a essas sensações. Por exemplo, se você acende uma luz de sua casa a noite a luminosidade dessa luz será facilmente percebida por qualquer pessoa, mas se você acende essa mesma luz durante o dia a sua claridade não será notada tão facilmente, não terá o mesmo destaque.
As pessoas recebem os estímulos e sensações de diferentes maneiras, de acordo com seus princípios morais, sues traumas ou suas emoções.
Algumas pessoas não gostam de automóveis por terem presenciado ou sofrido algum acidente, outras não aceitam certos comportamentos por causa de sua formação moral, como usar brincos, tatuagens ou qualquer comportamento fora de sua filosofia e outras pessoas agem pela emoção como por exemplo ter olhos somente para a pessoa amada, achar que o filho nunca faz nada errado, é sempre os outros.

Fenômenos de Percepção

a) Constância de Percepção

A Constancia perceptiva, uma ilusão construída pelo cérebro, permitir admitir que os objetos possuem sempre as mesmas características (tamanho, cor, localização, peso etc.)

b) Organização Perceptiva

A Organização Perceptivas consiste em receber diversos estímulos, de um ou vários objetos, e integrá-los em uma unidade.
Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/funcoes-mentais-superiores/32986/

quarta-feira, 6 de maio de 2015

A Liderança Focada na Equipe

"Sua ação deve corresponder a sua fala. Trabalhe em equipe"

Por Maria Inês Felippe  


Nenhum homem é uma ilha - você já ouviu isso antes? Pois é, podemos perceber que  viver socialmente é uma necessidade inerente dos seres humanos, algo que os caracterizam. Porém, muitas vezes, negligenciam estas habilidades através do uso de diversas tecnologia, tais como: Correio eletrônico, Internet, Fax, etc.

Chega a ser até uma contradição, pois vivemos numa sociedade baseada nas realizações individuais e o homem com necessidades sociais.

No entanto, percebemos mudanças, pois algumas  organizações têm estabelecidos seu planos de salário, incentivos, onde se  remunera tanto pelas ações individuais quanto pelas  grupais.
 
Mas trabalhar em equipe não é tão fácil e simples, pois somos competitivos e estamos acostumados a trabalhar individualmente. Para trabalharmos em equipe, precisaremos treinar muito. Muitas  vezes,  é  mais  fácil  e rápido decidir sozinho, apesar de podermos podemos recorrer a erros. Porém, várias pessoas pensam melhor do que  uma.
 
A maioria das atitudes positivas ou negativas, somente são tomadas quando os homens estão em grupo, pois sozinhos estas não se  manifestam. Desta forma, o sucesso de uma organização é substancialmente influenciado pelo desempenho de diversos grupos, que interagem entre si, e por toda a hierarquia da empresa.
 
As soluções dos problemas, lançamentos de novos produtos, ações, decisões são resultados de esforços em conjunto, entre os empresários e suas equipes de trabalho.
 
Não chegaremos em lugar algum sem a ajuda de diversas pessoas, de suas orientações e ou informações. Estimular a coesão é fundamental, pois a empresa coesa está mais preparada para enfrentar os desafios da  globalização, através da formação de times , equipes de trabalho.
 
Um grupo coeso, torna-se  mais determinado, criativo além da interação entre seus membros ser mais  rápida e não necessitar de supervisão constante. Mas em contrapartida, por vezes, o grupo reluta mais as novas idéias e é geralmente mais revindicador.
 
Agora, para que o grupo realmente funcione satisfatoriamente, é preciso que seus integrantes tenham:
  • Certa independência.
  • Sejam reconhecidos como tais.
  • E tenham objetivos em comum.

O trabalho em equipe é um trabalho de grupo com alto desempenho, onde seu potencial geralmente é grande e precisa ser bem administrado, pois necessita obter uma participação mais objetiva, alcançando altos estágios de desempenho ou seja, ultrapassando os modos tradicionais.

Sendo assim é necessário que haja:
  • Desafios
  • Coesão
  • Comprometimento
  • Responsabilidade
  • Estímulos
  • Motivação

As diversas habilidades de seus componentes devem ser usadas da melhor forma possível, apesar da visão diferenciada que cada um, possui, pois só assim poderemos colher frutos neste novo cenário. A falta de coordenação pode levar a conflitos, à duplicidade de função e à ineficiência, ou seja, a organização precisa preparar-se para os Times de trabalho.
 
Portanto é necessário identificar pontos que podem bloquear ações criativas, trabalhos em equipe, e desmistificar a competitividade. Para isso torna-se importante uma comunicação adequada e uma liderança eficaz.
 
E como será que está a equipe de funcionários dentro da sua empresa? e seus líderes? Será que realmente sabem o significado da sua empresa, seus objetivos, da importância e da interdependência das diversas áreas interdependência. Seus trabalhos são reconhecidos? Você é pensou sobre isso?
 
Trabalhar em equipe é uma questão de maturidade, pois significa escutar pessoas, abrir mão de opiniões, concordar que as opiniões de outros membros podem ser melhores que as minhas, etc. Dessa forma, é importante que estejamos seguros das nossas habilidades para conseguirmos controlar nossas emoções, aproveitando ao máximo da equipe, reconhecendo falhas e desenvolvendo habilidades.
 
Para isso, é preciso maturidade e treino. Devemos perceber que como integrante do grupo, temos algo a contribuir, assim como demais pessoas que compõem a organização também poderá colaborar. Sendo assim, deixo de ser o dono da verdade.

Será que estou preparado para trabalhar em equipe? 

Conheça a si próprio

Para nos auto avaliarmos, precisamos certas bases de conhecimentos psicológicos gerais, que deve ser acompanhada de constante auto-análise, que nos permita aprofundar dia-a-dia, a noção que temos de nossas possibilidades e limitações, de nossas aspirações êxitos, insucessos e assim por diante. 
 
O auto conhecimento deve resultar nosso melhor ajustamento e a conquista da maturidade e controle emocional, ou seja:
  • Capacidade de entender os outros e de nos fazermos entender pelos outros.
  • Nos julgarmos e julgar os outros o mais objetivamente possível.
  • Nos aceitarmos e aceitar os outros, admitindo que ninguém é isento de falhas, mas que também encontraremos qualidades em nós e em qualquer outro ser humano, se desejarmos realmente encontrá-las.
  • Conhecimento de suas habilidades e defeitos, como e o que melhorar.

Compreendendo sua equipe:

Conhecer os outros implica, inicialmente, num vasto conhecimento da natureza e das motivações mais comuns e freqüentes no ser humano, do que o impulsiona a agir.
 
É necessário formular idéias as mais precisas o possível, das características individuais das pessoas com as quais estamos em contato.

Diferenças individuais abrangem:
  • Tipos de inteligências.
  • Diversidade de temperamento.
  • Diversidade de reação.
  • Graus de cultura.
  • Interesses dominantes.
  • Tipos de motivação e expectativas
  • Sentimentos.

Observe o seu grupo de trabalho.

Características do Time perdedor:
  • Objetivos indefinidos.
  • Atuações confusa.
  • Individualismos.
  • Falta de direcionamento.
  • Comunicação confusa.
  • Desperdício e baixa produção.
  • Conflitos.
  • Faltas de feedback.
  • Inexistência de comprometimento.
  • Doenças psicossomáticas.
  • Atrasos e faltas constantes.

Características do Time vencedor:
  • Confiança mútua.
  • Auto sustentação.
  • Objetivos definidos.
  • Comunicação vertical, horizontal e transversal.
  • Aproveitamento das habilidades individuais.
  • Comprometimento.
  • Feedbacks constante.
  • Trabalhos com quantidade e qualidade.
  • Liberdade de expressão.
  • Criatividade e inovações.

Buscando sucesso através da sua equipe 

A obtenção do sucesso está também relacionada às atitudes e as habilidades do Administrador designado para, juntamente com a sua equipe, atingir os objetivos traçados pela organização.Inicialmente, ele deve levar a sua equipe à obtenção do sucesso. Para isso, deverá:
 
Integrar- Resgatar a vontade pelo trabalho, principalmente, considerando as experiências traumáticas obtidas nos processos de reengenharia, e de corte de pessoal; que levou os funcionários a se sentirem totalmente instáveis no trabalho. Integrá-lo ao novo contexto. Mantendo uma uniformidade.
 
Desenvolver- Planejar e acompanhar o desenvolvimento do trabalho a ser executado, motivando a equipe e promovendo o auto- conhecimento.
 
Adequar- Aproveitar e desenvolver as habilidades de cada funcionário, aproveitando utilizando-se de recursos como conhecimentos sobre liderança, motivação, visão global dos acontecimentos, propiciando assim condições para que as metas sejam alcançadas. Busque a sinergia grupal.
 
Buscar resultados- O êxito na execução das tarefas em equipe está diretamente ligado ao sucesso que a organização visa alcançar tendo bem claro o seu propósito.
 
Identificar e respeitar- Desenvolver o ritmo de cada profissional, pois as pessoas não são iguais. Saiba ouvir. Cada profissional tem o seu ritmo, suas habilidades. O Administrador cabe identificá-lo além de aproveitar o que cada profissional tem de melhor, e de propiciar o desenvolvimento das habilidades faltantes.
 
Coesão- Para se manter um time em pleno funcionamento deve-se criar ambiente onde as metas e objetivos individuais possam se materializar.
 
Abertura- Comunicação livre e aberta, estimulando e premiando novas idéias, levando-as à concretização; propiciando assim a participação e comunicação aberta.
 
Objetivar- Estabelecer de perspectivas através da Administração por objetivos, onde as funções e atribuições de trabalho tornem-se claras.
 
Respeitar- As características individuais, posicionamentos, limitações buscando-as sempre desenvolvê-las.
 
Quebrar paradigmas- Os mais famosos: Errar é humano, Cachorro velho não aprende novos truques, Vassoura nova sempre varre melhor, Santo de casa não faz milagre, Em casa de ferreiro o espeto é de pau, Querem mudanças mas tudo continua a mesma coisa, Funcionários só querem moleza, Patrão só sabe explorar, etc.
 
Criatividade- Estimular a geração idéias, novos produtos, soluções de problemas, etc.
 
Discordância civilizada- a equipe deve estar confortável para discutir posicionamentos divergentes com respeito buscando um consenso.
 
Liderança situacional – modifica-la conforme as circunstâncias e a maturidade da equipe.
 
Feedback- auto avaliação, tanto dos funcionários como dos clientes.
 
Cuide da saúde física e mental do trabalhador - cuide bem delas, estimulando através de palestras, a qualidade de vidas, pratica de esportes, e a busca o auto- conhecimento, evitando o álcool, o fumo, as drogas e fazendo refeições sadias.
 
Evite o incentivo ao Workaholic.

Alguns cuidados

É preciso ser cauteloso no mundo dos negócios. As atitudes devem ser coerentes e pró-ativas, traçando objetivos pertinentes e estimuladores. Porém, muitas vezes, o administrador/empresário se encontra tão ávido pelo sucesso que acaba prejudicando e trazendo malefícios àqueles a sua volta, levando-os ao stress. Por vezes acaba prevalecendo os objetivos pessoais em detrimento aos organizacionais.
 
As pessoas crescem através da aceitação de desafios, Mas CUIDADO! Muitas vezes, os objetivos ou desafios são parcial ou totalmente inatingíveis; o que poderá fazer com que o grupo se desmotive.
 
O grupo enriquece a informação, reconstituindo e atualizando-a permitindo que ser trabalhe com maior profundidade.Para que ocorra a sinergia de um grupo é preciso saber compartilhar conhecimentos, bem como existir envolvimentos.
 
Esta sinergia emerge quando o grupo entende o(s) objetivo (s) organizacional (is).
 
Busque resultados através da sua equipe - Técnica: “Fale, faça, estimule”. 

Faça esse exercício na sua empresa:
  1. Reúna sua equipe.
  2. Determine ou estabeleça com o grupo um objetivo.
  3. Peça para que analisem quanto à sua viabilidade.
  4. Quais as estratégias que podem ser criadas?
  5. Quais as etapas?
  6. Quais as áreas envolvidas?
  7. Quem será o responsável por cada uma dessas áreas?
  8. O que será preciso?
  9. Qual o prazo necessário?
  10. Determine o prazo final.
  11. Acompanhe o trabalho da equipe.
  12. Cobre resultados.
  13. Reavalie.
  14. Refaça e exercício para outros objetivos

Obs. Sempre que propuser algo a sua equipe, estimule a criatividade, sempre fazendo com que o grupo traga pontos convergentes e divergentes às idéias estabelecidas. Você pode se utilizar desta técnica para soluções criativas de problemas, etc. O importante é que você também trabalhe em equipe, e não apenas fale sobre a sua importância.

Participe, forneça ajuda, eleve a auto estima do grupo.

Fonte: http://www.ogerente.com.br/gestao/lideranca/gestao-lideranca-mif-focada_equipe.htm

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Motivação no trabalho

Afinal, o que é motivação? 



Luiz Marins
Em quase todas as reuniões de empresa que participo, os dirigentes falam que seus funcionários precisam de “motivação”. Muitos me pedem “programas de motivação” para seus empregados.
Afinal, o que é motivação? Como conseguir empregados motivados? Serão salários altos? Serão programas de incentivo? O que fazer?
A primeira coisa que precisamos deixar bem claro é que ninguém “motiva” ninguém. É a própria pessoa que se auto-motiva. Motivar é ter “motivos”. Ter motivos para trabalhar, para se dedicar, para se comprometer, para querer vencer, para querer aprender, para se dedicar àquilo que faz.
O que a empresa deve e pode fazer é criar as contingências necessárias à motivação. Isto quer dizer criar um “clima” em que as pessoas sintam-se motivadas a empreender e fazer o que seja necessário. Nas pesquisas que temos feito com várias empresas temos visto que o salário e um bom pacote de remuneração é importante – sem isso, como fator básico, é muito difícil conseguir-se empregados motivados. Mas o salário e benefícios pecuniários e que tais, não são suficientes. Conheço empresas em que as pessoas ganham muito e não são totalmente comprometidas com o sucesso da empresa, de seus clientes, de seus mercados, de suas marcas.
Temos visto que os principais fatores de motivação hoje são AUTONOMIA E INICIATIVA. A empresa deve ser capaz de oferecer a seus funcionários a autonomia necessária para que possam exercer sua criatividade e tomar decisões e até, como temos dito, errar. Sem autonomia, as pessoas sentem-se numa rotina massacrante que embota a criatividade e faz com que elas não se comprometam com o que fazem. Dê o nome que quiser: empowerment ou delegação. Mas promova a autonomia em sua empresa. Deixe as pessoas tentarem, experimentarem, fazerem.
O segundo é a iniciativa. A iniciativa é uma decorrência direta da autonomia. Há que se valorizar funcionários que tenham iniciativa. Um grande empresário me disse: “Prefiro empregados que tenho que ‘segurar’ do que empregados que tenho que ‘empurrar’.” Numa empresa em que a iniciativa é punida ou desencorajada não pode haver motivação.
O ser humano precisa de desafios. Quer ser desafiado. Quer poder fazer, tentar, experimentar e só assim sentirá orgulho de si próprio. Esse “orgulho” é que o fará um ser “motivado”.
Nesta semana, pense nisso. Dê autonomia e iniciativa a seu pessoal e você verá a diferença e conhecerá uma empresa em que as pessoas são “motivadas”.

3 dicas poderosas para manter a motivação no trabalho

Fernando Oliveira
Um dos maiores desafios que boa parte dos profissionais enfrenta em seu dia a dia é o de manter a motivação em alta durante o trabalho. Não se trata apenas de estar empolgado, mas de saber como manter-se motivado até o final de cada dia. A maioria dos profissionais vive naquela corrida maluca, correndo de um lado para outro, tentando realizar tarefas que nunca tem fim, sem saber exatamente o que fazer para manter a motivação.
Motivação é fundamental, não só no trabalho, mas também em sua vida, sem ela nada acontece. Seguem abaixo 3 dicas para que você possa recuperar ou manter a motivação no trabalho.
01. APRENDA A GOSTAR DAQUILO QUE FAZ
Você já deve ter ouvido a frase: “Mais importante do que fazer aquilo que se gosta é gostar daquilo que se faz”. Nós passamos a maior parte do tempo trabalhando, e é muito justo que tenhamos prazer naquilo que estamos fazendo, certo?
Acontece que boa parte das pessoas PRECISA trabalhar para pagar as contas e ter uma vida que funcione, e acaba caindo na armadilha de que precisa fazer qualquer coisa para isso.
Se você está vivendo esse dilema, eu recomendo que você procure urgentemente alguma coisa que você goste de fazer, mesmo que seja em sua atual ocupação, e coloque todo seu foco nisso. O reverendo Norte Americano Martin Luther King Jr. dizia que se você é um varredor de ruas, deve querer ser o melhor varredor de ruas do mundo.
Mas Fernando, meu trabalho é burocrático, o que eu faço? Acredite na importância daquilo que você faz. Outro dia eu assisti a um programa onde os caras tinham que entrar em bueiros fétidos para desentupi-los, e saiam com fezes dos pés à cabeça… e pior (ou melhor), saiam rindo porque haviam conseguido desentupir o tal bueiro. Alguma coisa boa deve ter naquilo que você faz, encontre-a.
02. MANTENHA SUA ENERGIA ELEVADA
A falta de envolvimento e motivação pode ter a ver, entre outras coisas, com a falta de energia física para fazer o que precisa ser feito. É muito fácil ver profissionais sem energia se arrastando para conseguir chegar ao final do dia.
Tudo começa com uma boa noite de sono e uma alimentação balanceada. Se você não está dormindo pelo menos 6 horas por noite, vai ter problemas para manter-se acordado durante o dia. Uma pesquisa recente mostrou que a tecnologia e o estresse tem criado uma geração cada vez maior de pessoas que dormem menos de 6 horas por noite.
Já tentou fazer alguma coisa com excelência e entusiasmo depois de uma noite de insônia? É terrível. Você não consegue fazer nada, e por mais que você goste daquilo que faz, não tem jeito; vai ficar devendo, e pior, achando que não gosta mais do que está fazendo. Durma bem, coma alimentos leves, principalmente no almoço e verá sua ENERGIA aumentar, e com ela sua motivação.
03. TERMINE ALGUMA COISA TODOS OS DIAS
Uma das coisas mais desmotivadoras que podemos ter é começar projetos que não conseguimos terminar. Em nosso subconsciente ficamos ouvindo aquela voz que insiste em dizer: você não terminou, é um incompetente, você precisa terminar e blá, blá, blá. É o que eu chamo de oponente interno.
A melhor coisa a fazer é colocar como meta principal, terminar alguma coisa todos os dias. Crie uma estratégia para não ser interrompido até terminar. Quando obtemos sucesso em algo que nos propormos a fazer nossa motivação aumenta, e nos dá confiança necessária para darmos passos maiores.
Fontes: http://www.dicasprofissionais.com.br/afinal-o-que-e-motivacao/
              http://www.dicasprofissionais.com.br/3-dicas-poderosas-para-manter-a-motivacao-no-trabalho/