terça-feira, 12 de agosto de 2014

A sua motivação no trabalho está relacionada com os seus valores

“O que você é fala tão alto, que não consigo ouvir o que você está dizendo.” 
(Ralph Waldo Emerson)

Valores são princípios fundamentais que regem a nossa vida. Traduzem o que é importante para nós e têm como fundamento as nossas crenças. Valores e crenças são assimilados por intermédio de nossas experiências e convívio com a família e amigos.

Este conto nos mostra bem o que são os valores e como os incorporamos.

Era uma tarde ensolarada de sábado em Oklahoma City. Meu amigo e pai orgulhoso, Bobby Lewis, estava levando seus dois garotos para jogar minigolfe. Ele foi até o sujeito na bilheteria e disse:

- Quanto é a entrada?

O jovem respondeu:

- Três dólares para o senhor e três dólares para cada garoto acima de seis anos. A entrada é livre para as crianças de seis anos ou menos. Quantos anos eles têm?

Bobby respondeu:

- O advogado tem três e o médico tem sete; então, acho que eu lhe devo seis dólares.

O homem da bilheteria disse:

- Ei, o senhor acabou de ganhar na loteria ou coisa parecida? O senhor poderia ter economizado três dólares. Poderia ter dito que o mais velho tinha seis anos; eu não saberia a diferença.

Bobby respondeu:

- É, pode ser; mas os garotos saberiam. 

(Patrícia Fripp)

Somos movidos por uma causa, e os valores, independentemente de quais sejam, e metas pessoais e profissionais deverão alinhar-se a ela. Cada vez mais as pessoas buscam significado no que fazem.

Mulher Executiva, como descobrir um valor que está por trás de uma meta?

Faça a pergunta:

- O que é importante para mim? 

Ao ter a resposta, faça outra pergunta:

- O que isso me proporcionará? 

Nesse momento, encontrará um valor. Mas não pare aí!

Continue...

Quando você tiver (o valor), o que isso lhe proporcionará?

E pergunte sucessivamente, quantas vezes forem necessárias até chegar a um precioso valor, geralmente abstrato, como, por exemplo: honestidade, segurança, coerência, coragem, amizade, respeito, lealdade, integridade.

É ele o instrumento de motivação mais poderoso que você tem! E é com base nele que terá congruência em relação a um objetivo. Pessoas que têm como valores dinamismo e desafios constantes não terão motivação em fazer todos os dias a mesma coisa, e aquelas que têm a criatividade como valor maior precisarão ter espaço para criar e inovar.

Você saberá o que quer, saberá para onde quer ir, sairá do estado presente para um estado desejado quando tiver muito claro “o que é importante para você”!

Educacao Inovacao Motivacao

Valores são mostrados no comportamento, governam o estilo de vida, definem escolhas e reações, e, quando os conhecemos, reconhecemos ou validamos, poderemos encontrar a melhor forma de satisfazer e alinhar nossas necessidades mais profundas – pessoais e profissionais. 

Fonte: http://www.educacaoeminovacao.com.br/2014/07/a-sua-motivacao-no-trabalho-esta.html

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

cursos on line grátis



Hoje é cada vez mais comum vermos cursos à distância sendo disponibilizados, sejam eles superiores, técnicos ou de extensão. Tomamos alguns interessantes exemplos nessa postagem e espero que sejam úteis.

Existem centenas de sites no mundo que oferecem serviços de qualidade, completamente de graça ou com um custo sobre algum serviço específico (envio de certificados, por exemplo). Os cursos são voltados para os mais diversos campos do saber: das ciências físicas às humanidades, passado por cursos de uso práticos nas áreas de tecnologia, seguindo até cursos "exóticos", nas mais diversas línguas e das mais diversas línguas. 

Alguns deles avisam quando um curso vai começar, mostram seu desempenho, contam com sistemas de chats e outras formas de interação entre os cursistas. Em diversos deles os cursos são ministrados por professores de universidades famosas, o que se torna um atrativo e tanto.

A seguir uma lista, que não pretende dar conta de todos os sites do tipo, mas que podem ser muito úteis!

Um primeiro site interessantíssimo de cursos é oCoursera (coursera.org). Ele conta com uma lista gigante de cursos para todos os gostos, nos mais variados idiomas (sendo predominantes os cursos em inglês), com opções em português. O cadastro é rápido e fácil, sendo fácil também fazer e acompanhar o desempenho ao longo dos dias em que as aulas são disponibilizadas. Não dá pra especificar os cursos, pois são muito variados e novos cursos surgem constantemente.

Outro que vai nessa mesma linha é o Future Learn(www.futurelearn.com). Ele segue os mesmos moldes do Coursera, se bem que comparativamente com um pouco menos de cursos. Basta se cadastrar para fazer os cursos, que se não tiverem começado, você recebe um aviso no seu e-mail. O inconveniente aqui, para alguns, é que os cursos são em inglês.

No Brasil, temos diversas opções, com graus variados de conteúdo. Um site interessante é o IPED(iped.com.br). O cadastro é fácil e rápido, mas há uma cota de cursos grátis e os certificados tem um custo de emissão. Mas, no geral, é uma opção especialmente para quem precisa de curso técnico/profissionalizante, havendo cursos de idiomas também.


Ainda no Brasil, outra opção é o Eduk.me, se bem que com uma lista mais reduzida de cursos. Ele é mais voltado para quem quer aprender a trabalhar com informática, especialmente a internet. 

Ainda na área de TI, há o site do projeto Brasil Mais TI(www.brasilmaisti.com.br). Nele, além dos cursos, é possível ter acesso à algumas ferramentas e serviços da área, como divulgação de currículo e uma lista de vagas de emprego, por exemplo.

O site conjunto SESI/SENAI (www.neadsenaies.com.br) também oferece cursos online gratuitos. As opções não são muitas comparadas com os primeiros da lista acima, mas para quem tá começando, especialmente, e precisa de qualificação profissional, são valiosíssimos. 


Bom, é isso. Aos poucos vou acreditando mais em um certo tipo de Ensino à distância (EAD), se bem que ainda cisme com algumas situações em especial. De qualquer forma, é fantástico esse mundo da educação e hoje em dia só não estuda quem não quer.

Fonte: http://identidade85.blogspot.com.br/2014/07/cursos-online-gratis.html

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Vocação. Como descobrir a sua?

Desde pequenos somos altamente influenciados e pressionados a decidir por uma carreira que nos gere sucesso em tudo; pessoal, profissional, financeiro, social e por aí vai. 

“Não tenha sentimento de culpa se não souber muito bem o que quer da vida. As pessoas mais interessantes que eu conheço não tinham, aos 22 anos, nenhuma idéia do que fariam na vida. Algumas das pessoas interessantes de 40 anos que conheço ainda não sabem”. Trecho extraído do vídeo Filtro Solar.
Por que demoramos tanto para encontrarmos nossa real vocação?
Desde pequenos somos altamente influenciados e pressionados a decidir por uma carreira que nos gere sucesso em tudo; pessoal, profissional, financeiro, social e por aí vai.

Os primeiros influenciadores são nossos pais, que por muitas vezes, desejam realizar em nós seus sonhos não realizados. Depois, os pais de nossos amigos, vizinhos, parentes e até celebridades.
Julgo que a maior dificuldade em descobrimos nossa vocação e o que realmente nos fará felizes, é o fato de darmos mais importância aos resultados que serão alcançados, ou seja, às consequências de nossas escolhas, do que propriamente a prática de atividades prazerosas.
Mas como aliar todas as necessidades de conquistas materiais com a prática de atividades profissionais prazerosas?
Meu conselho começa pela quebra de paradigmas, e aí, é como mexer num vespeiro.
Primeiro, é necessário acreditarmos profundamente que dinheiro é consequência e não causa. No entanto, até chegarmos nessa maturidade, é preciso que enfrentemos muitos desafios, como os “pessimistas de plantão”.
Pessimistas de plantão são aquelas pessoas medrosas, por muitas vezes fracassadas ou que invejam o sucesso alheio e para que outras pessoas não venham a serem sucedidas, fazem de tudo para desestimulá-las de suas crenças e sonhos.
Outros dois aspectos fundamentais são: planejamento e coragem.
É importante ter um planejamento claro e com datas definidas para se saber quanto tempo será necessário atuar profissionalmente para atender as necessidades básicas e obter uma boa reserva financeira como segurança.
Já a coragem, deve estar presente em todos os momentos de tomada de decisão; desde a escolha da atividade a ser exercida à quantidade de tempo e dedicação que serão investidos, e com todos os riscos a correr.
Na prática, aconselho que aproveite ao máximo todas as chances de trabalho, procurando diversificar os segmentos, cargos e funções. Não se restrinja a permanecer vinculado a uma empresa pelo que ela oferece apenas de remuneração e benefícios, mas sim no reconhecimento e oportunidade de satisfação. Mude tantas vezes quantas forem necessárias.
Por fim, acredite que suas realizações, profissional e financeira, serão resultados da sua satisfação e entrega pessoal.
Afinal, você só descobrirá que o sabor de uma pizza poderá ser mais gostoso e prazeroso, quando for a pizzaria e ousar mudar o pedido tradicional.
“Deus nos deu o talento. Cabe-nos fazer descobrir, despertar e mantê-lo vivo”.
Maurício Seriacopi

Palestrante, coach, gestor e consultor empresarial com mais de trinta anos de experiência nas áreas comercial egestão de pessoas liderando equipes multiprofissionais em empresas de todos os portes.

Fonte: http://www.rhportal.com.br/artigos/rh.php?rh=Vocacao.-Como-descobrir-a-sua?&idc_cad=zvoosagob

domingo, 20 de julho de 2014

Saúde E Qualidade De Vida Como Desafio Psico-espiritual

Este artigo visa propiciar uma reflexão acerca da saúde e qualidade de vida, a partir de uma visão multidimensional do ser humano.

A saúde é a nossa meta suprema de vida, uma dádiva de Deus. Aqueles que não são tão ambiciosos e gananciosos costumam rezar pedindo a Deus por saúde e proteção, porque “o resto a gente corre atrás”, costumamos falar. Sentir-se saudável, ou seja, não ter nenhuma doença, é um alívio, um conforto, especialmente, nesses dias atuais onde pelo menos uma pessoa de cada família tem ou já teve câncer, sofre de problemas cardíacos, diabéticos ou algum outro crônico.

O fato é que a saúde, é, realmente, uma bênção. Mas, não falamos somente da saúde como a ausência de doença, aquela que se instala no nosso corpo físico e procuramos um médico para que com sua dedicação e competência nos medique e nos sintamos confortáveis.

A Organização Mundial de Saúde, OMS, define saúde como o estado de completo bem estar do ser humano integral: biológico, psicológico, social e espiritual. E, é muito interessante notar, que, agora, desde 1998, o espiritual também integra esse conceito, chegando a uma visão totalitária do homem, na sua multiplicidade.

Entretanto, na grande maioria das vezes, o que fazemos é: valorizamos um determinado aspecto, geralmente o físico, porque é aquele que mais incomoda, preocupa, doe, faz sofrer, nos coloca em contato com a iminência da nossa própria morte, e, dessa maneira, terminamos, por descuidar ou negligenciar os outros. Quando o desafio é, assim como o malabarista do circo, conseguir manter todos os pratos no ar ao mesmo tempo, com habilidade, leveza e graciosidade.

E, para isso, precisamos estar verdadeiramente atentos a nossa saúde integral e aos sinais que nos são enviados, inclusive, alguns, em forma de doença física propriamente. E, muitas vezes, ao nos depararmos com a doença, nos queixamos, reclamos e lamentamos: “Oh, meu Deus, mas porque comigo? Ou: Porque com meu filho, minha mãe ou qualquer outro ente querido que é tão bondoso?” E, assim, paralisamos, muitas vezes, na angústia da não aceitação, da revolta, e perdemos a chance de fazer a pergunta inteligente, sábia:

“O que essa doença quer me mostrar?

Onde estamos atrapalhando a nós mesmos?

O que quer me ensinar? e O que preciso aprender?

O que mudar, transformar nessa minha vida?

Diante de que tarefa psíquica, espiritual a doença me coloca?”


E muitas outras perguntas...

A vida é cheia de paradoxos e um destes nos apresenta de forma muito interessante, sutil, quando a doença nos mostra o caminho para a busca da saúde emocional e espiritual, pois a doença pode nos ajudar a enfrentar a nossa própria sombra, nos mostra o que excluímos de nossas vidas ou nos “protege” de alguma sobrecarga emocional para a qual não estávamos preparados para enfrentar. Nesse sentido, a doença é um símbolo através do qual a nossa alma se expressa. Como também, conforme entendimento de alguns estudiosos, a doença de um membro da família pode demonstrar o estado da família, como um espelho no qual os outros também poderiam se ver, como se aquele ente doente fosse aquele que denunciasse o sintoma familiar.


Portanto buscar a saúde, é cuidar generosamente do nosso corpo físico, residência da nossa alma, e reconciliarmo-nos com a nossa própria sombra, admitir as necessidades que ficaram reprimidas por longo tempo, aceitá-las de forma que também possam ser aceitas pelos outros.


E esse caminho se dá pela ampliação da nossa consciência para que estejamos atentos ao que a nossa saúde nos pede, aprendendo a ouvir e entender os sinais que vamos tendo ao longo da vida e que nos convida para um cuidado consigo como um chamado do que sua sabedoria interior realmente quer.


• Ana Cristina Botelho, psicóloga e coach

Fonte: http://www.rhportal.com.br/artigos/rh.php?rh=Saude-E-Qualidade-De-Vida-Como-Desafio-Psico-espiritual&idc_cad=o8f59j96y

O Toque Humano Nas Organizações

Quando realizamos nossos projetos de Pesquisa de Clima Organizacional, os indicadores da eficácia das comunicações sistematicamente são mal avaliados. Quando conduzimos Workshops e Palestras, as pessoas sempre relatam muitas carências nas comunicações, e como isso prejudica o trabalho em equipe e os relacionamentos, como isso causa desmotivação, perda de eficiência e irritações.
As pessoas não se sentem informadas de aspectos essenciais de seus trabalhos e tem grandes dificuldades em dar e em receber feedback; assim, as fofocas, boatos e rumores são intensos. As reuniões, planejadas para suprir essas dificuldades, geralmente são vistas como pouco eficientes e grandes desperdiçadoras de tempo.

Quando se apresentam estes dados às Direções das empresas, há muita perplexidade, pois grandes investimentos ocorreram em sistemas como Intranet, Internet, TV Corporativa, quadros de aviso, informativos, conference calls, café da manhã com a Diretoria, reuniões de todos os tipos.

No nível organizacional, as dificuldades de comunicações são um sintoma que tem sua origem em:

• Estrutura: definição insuficiente das responsabilidades e poder decisório de cada um, gerando centralização

• Processos: as pessoas não sabem se devem ou não enviar certos tipos de informação, nem quando, nem como

• Liderança: estilos centralizadores implicam em dificuldades de comunicação. Há exagero no canal “de cima para baixo”

• Habilidades nos relacionamentos: quando não existe a consciência dos estilos próprios e dos outros, as comunicações não fluem com naturalidade

• Temor de dar e receber feedback: muito influenciado pela nossa cultura, onde falta clareza nas mensagens. Tendência de ser genérico, de ficar “dourando a pílula” ou “dando voltas”

• Cultura da empresa: manifesta-se na ênfase nos aspectos técnicos em detrimento dos humanos e em políticas de gestão de pessoas que incentivam a desconfiança

• Momento da empresa: épocas de crise tendem a prejudicar as comunicações

Cabe lembrar que só 7% do processo de comunicação se deve ao conteúdo, e que 93% do sucesso das comunicações se deve a como é dito, o tom de voz, onde e quando é falado, a postura corporal.

Excelentes processos tecnológicos não substituem esse contato, esse “toque humano”. Nas reuniões virtuais, cada vez mais freqüentes num mundo globalizado, é desejável que haja um canal de voz e de imagem para minimizar os efeitos da distância e superar barreiras, tais como:

• idioma

• tempo (fuso horário)

• cultura

• sobrecarga

Mas, afinal, o que as pessoas querem nas comunicações?

Querem a comunicação “quente”, olho no olho, em duas vias, onde a pessoa possa ouvir e também possa falar, onde haja um tempo sem interrupções, onde a pessoa possa ter um receptor que ouve ativamente e que utilize uma linguagem compreensível.



(*) Gustavo G. Boog é Consultor e Terapeuta Organizacional.

Fonte: http://www.rhportal.com.br/artigos/rh.php?rh=O-Toque-Humano-Nas-Organizacoes&idc_cad=lnqdqo57c

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Como Seus Talentos Se Encontram Com As Necessidades Do Mundo?

A felicidade pessoal e profissional está diretamente relacionada à necessidade de que todos nós temos de nos sentirmos úteis. Úteis à nossa empresa, úteis à sociedade, úteis ao nosso país, úteis à nossa família.



A felicidade pessoal e profissional está diretamente relacionada à necessidade de que todos nós temos de nos sentirmos úteis. Úteis à nossa empresa, úteis à sociedade, úteis ao nosso país, úteis à nossa família.

Não basta possuirmos ou desenvolvermos um talento específico. Precisamos saber como iremos contribuir com as pessoas, usando os nossos talentos.

Há pouco tempo conheci uma musicista que toca violino em um famoso teatro em Londres. Ela recebe muito bem por isso, as pessoas pagam caro para ver a sua orquestra tocar e ela tem orgulho do seu trabalho. Mas existe um momento especial em que ela sente que o seu talento de fato contribui com as necessidades do mundo: quando está em sala de aula, ensinando violino para crianças carentes - um trabalho voluntário que ela vem realizando há cinco anos.

"Quando vejo o sorriso no rosto de uma criança ao tocar suas primeiras notas no violino, sinto uma alegria que não tem preço. Elas começam a visualizar um futuro promissor e isso é muito gratificante para mim", diz a musicista.

Vamos levar esse exemplo para o mundo corporativo.

Muitas pesquisas de clima organizacional têm mostrado que a satisfação de um profissional está diretamente relacionada ao sentimento que ele tem de se sentir útil à empresa em que atua.

E este sentimento de utilidade vai muito além daquele sentimento de cumprir uma determinada tarefa ou atingir uma meta específica dentro de uma organização. Ele está ligado à percepção que um colaborador tem da sua importância na empresa em que atua e como consegue fazer a diferença nela.


É o líder que tem a nobre missão de inspirar outras pessoas a fazer o seu melhor, e, depois de algum tempo, percebe que está formando profissionais melhores do que ele.


É o colaborador que utiliza todo o seu potencial não apenas para "atingir as suas metas", mas para ajudar toda a sua equipe a alcançar os resultados que a empresa espera. Ele não pergunta ao colega: "você quer ajuda?" Não! Ele ajuda e contribui em equipe, mesmo quando o chefe não está olhando, porque se sente bem com esta atitude.


É a organização que conhece todos os seus talentos internos e os utiliza da melhor forma possível, alocando-os onde mais podem contribuir para fazer a diferença. Mais do que estar preocupada com a sua imagem externa, ela quer ter uma boa imagem junto aos seus colaboradores.

Pense bem: o bom vendedor não é aquele que se sente útil atingindo ou superando as suas metas de venda. O bom vendedor é aquele que se sente realmente feliz quando percebe que o seu cliente está fazendo um bom negócio.

O bom autor não é aquele que fica feliz porque vende muitos exemplares de livro. O bom autor é aquele que consegue ampliar os horizontes das pessoas com suas palavras.

Na verdade, o sentimento de utilidade está diretamente ligado a encontrar a sua missão no mundo.

Quando descobrir como e onde os seus talentos se encontram com as necessidades do mundo, entenderá qual é a sua missão e, assim, você provavelmente se sentirá realmente pleno como pessoa e como profissional.

O filósofo Aristóteles dizia: "onde os seus talentos e as necessidades do mundo se cruzam: aí está a sua vocação".


Fonte: http://www.rhportal.com.br/artigos/rh.php?rh=Como-Seus-Talentos-Se-Encontram-Com-As-Necessidades-Do-Mundo?&idc_cad=343xcwi6a

TRATE O CLIENTE INTERNO COMO SE FOSSE O CLIENTE EXTERNO


Observo com muita atenção o esforço despendido pelas empresas para conquistar ou manter seus clientes . Trata-se de um grande desafio diário  e incessante  neste mercado cada vez mais competitivo.

As empresas investem em sistemas de comunicação  tais como: ouvidorias, pesquisas de mercado, caixa de sugestão, 0800, hot line, propaganda, marketing dentre outros.

Penso  que estas ações são de grande valia para as organizações , pois é o cliente quem vai ditar a sustentabilidade do  negócio .Mas entendo que estas ações devem ser somadas a ações que visem a satisfação do cliente interno da empresa qual seja, o seu colaborador.

O colaborador é o avalista da empresa pois é o que mais  conhece  a sua intimidade, ou seja: estilo de gestão, oportunidade de crescimento, política de reconhecimento e benefícios, código  de ética valores etc.

Qual dos leitores já não teve a  oportunidade de ser questionado sobre como é a  empresa onde trabalha por pessoas interessadas em saber se tratava-se de uma boa empresa para trabalhar , que respeita seus colaboradores?

Acredito que empresas que tratam com respeito seus colaboradores tratam com respeito seu cliente, pois trata-se de  uma questão de lógica , princípios, e coerência.

Acredito  que alguns fatores são de grande importância para o colaborador e os elencamos a seguir:

1- Participação nas decisões da área/setor/ empresa.
2 - Metas desafiadoras.
3- Processos  e políticas definidas.
4 - Liderança servidora/apoiadora.
5- Tratamento justo.
6- Crie um propósito.
7 - Segurança no trabalho.
8 - Possibilidade de crescimento.
9 - Respeito.


A partir deste ponto o discurso e a  coerência são os fatores que mantém as pessoas unidas pelo mesmo propósito.Falando desta forma simples e objetiva pode parecer que o caminho é fácil , mas não o é.é necessário percorrer um longo caminho e algumas empresas jamais conseguem percorrê-lo, pois  não sobrevivem para vivenciá-lo.

Fonte: http://morgansantosrh.blogspot.com.br/